Contos eroticos

Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 1


Bom dia A todos do contoerotico.com, primeiramente gostaria de declarar que esse relato não é nosso, vi em outro site e gostei muito. Gostaria de um dia viver uma experiência dessas. Um caso tórrido de tesão com um SR. igual a desse relato. É um relato bem extenso e foi dividido em 14 partes, tenho certeza que vocês vão adora.Como meu patrão tornou-se amante da minha mulher – Parte 01 Olá a todos, meu nome é Rui o que vou relatar aqui aconteceu há dois anos a trás e só depois que comprei um computador e descobri este mundo de contos eróticos na internet onde pessoas publicam suas experiências sexuais, resolvi contar o que aconteceu comigo, por que até então eu não tinha nem noção que isso de coisa existia.Nasci e cresci em uma cidade pequena do interior de Santa Catarina, casei-me ainda jovem com 21 anos, com uma linda moça de nome Julia na época ela estava com apenas 18 anos, ambos oriundo de família humilde sem condições de dar uma boa educação aos filhos no que se refere a estudos, assim só estudamos até terminar o ensino médio. Eu trabalhava na construção civil e Julia ficava em casa, pois naquele lugar arrumar emprego era uma façanha. Depois de quatro anos de casado perdi meu emprego e fiquei vivendo de fazer alguns bicos aqui e ali, não conseguia arrumar nada melhor pra fazer.Um dia encontrei um amigo de infância que perguntou se eu estava trabalhando, respondi que não que estava procurando, então ele disse que um amigo seu fizera um convite para trabalhar de caseiro no litoral, não vou citar o lugar, mas é um dos mais belos balneários de Santa Cataria, mas que por estar empregado não aceitou e que se eu quisesse ele passaria o número do telefone deste amigo para eu manter contato e que a proposta era muito boa, casa, água, luz tudo de graça, saindo o salário praticamente livre. Fiquei empolgado com tal oferta, mas disse que precisava primeiro precisava conversar com minha esposa.Cheguei em casa e comentei com Julia a respeito da oferta de emprego, mas ela não se mostrou muito interessada, pois disse que não gostaria de viver longe de seus pais e parentes, é que desde que nascemos vivemos na mesma cidade onde moravam praticamente todos os nossos familiares. Retruquei dizendo que o salário era bom e sairia praticamente livre sem contar o fato de morarmos no litoral que era o sonho de qualquer morador do interior, mesmo assim ela não mostrou-se empolgada, sendo assim desisti da idéia e disse que passaria o telefone para meu primo que estava na mesma situação que a nossa e certamente não recusaria uma proposta tão boa quanto aquela e disse mais ainda, falei que eles iria se dar bem e que provavelmente logo estariam numa boa, enquanto nós continuaríamos patinando naquela cidadezinha.Depois do jantar disse a minha esposa que ia até a casa de meu primo pra levar a proposta a ele, Julia me pediu para deixá-la pensar até no outro dia que de manhã me daria a resposta. Antes de dormirmos conversamos mais um pouco sobre o assunto e falei pra ela sobre as vantagens que teríamos e caso não gostássemos nós poderíamos voltar sem problema, que tudo estava ao nosso favor.Depois da conversa nem precisou mais esperar ela foi logo aceitando e no dia seguinte fiz o telefonema para a pessoa que me deu outro número de telefone pra ligar (que seria o do futuro patrão). O nome do senhor que atendeu era Alfredo, ele me pediu para enviar uns documentos (antecedentes criminais, cópia de RG, CPF etc...) e que me ligaria para fazer uma entrevista. Passado uma semana recebi a ligação de seu Alfredo me chamando em Florianópolis para entrevista, ele disse que minha esposa deveria estar junto comigo na tal entrevista.Quando chegamos na rodoviária de Florianópolis fomos recebidos por um homem que nos levou de carro até o apartamento de seu Alfredo, ficamos admirados pela beleza do prédio sabíamos que se tratava de gente muito rica, Julia estava nervosa e não conseguia esconder eu estava na mesma situação. Quando entramos no apartamento ficamos mais surpresos ainda, a sala deles era maior que toda nossa casa, dava gosto de estar ali nós nunca havíamos estado em um lugar tão bonito como aquele antes.Logo apareceu seu Alfredo e sua esposa dona Laura, ao contrário que imaginávamos eles se mostraram ser pessoas muito gentis e agradáveis, nos tratou com muita educação e respeito. Depois de uma hora mais ou menos de conversa seu Alfredo disse que gostaram muito de nós e que o emprego era nosso e que poderíamos nos mudar na próxima semana e que mandaria um caminhão até nossa casa com ajudantes para nos ajudar com a mudança. Ficamos felizes da vida, voltamos para nossa cidade e na semana seguinte nos mudamos para o litoral (balneário).Quando chegamos ao balneário onde iríamos morar, Julia ficou encantada com o lugar, havia duas casas no terreno a casa dos patrões que era uma verdadeira mansão e outra casa onde moraríamos, mas que era muito maior e mais bonita que a casa onde morávamos no interior, havia também duas piscinas, uma grande e outra pequena, o terreno era todo gramado e ficava apenas uns 100 metros da praia, como a casa dos patrões era tipo sobrado, da sacada dava pra ver o mar, não havia nenhuma outra casa próximo, a mais perto ficava uns 200 metros. O lugar era incrível e eu estava me sentindo como que estivesse ganho na loteria.Depois de instalados seu Alfredo apareceu para nos falar de nossas atribuições. Era simples: Eu deveria cuidar da limpeza das piscinas (eu não sabia como, mas ele mandaria alguém para me ensinar), manter a grama cortada, apodar as árvores que havia no terreno que eram muitas e em redor de todo terreno, fazer os concertos que aparecessem e ficar a disposição deles quando estivessem lá no fim de semana. Julia deveria manter a casa deles limpa e ajudar dona Laura na cozinha quando lá estivessem e só.Para quem dava um duro danado na construção civil a semana toda aquilo era fixinha, moleza e para Julia também não era nada de mais a final eles apareciam lá apenas no final de semana o resto da semana era de tranqüilidade. Eu e Julia estávamos muito felizes começamos a guardar dinheiro na poupança, coisa que nunca podíamos fazer antes, caminhar de mãos dadas na praia, tomar banho de piscina, em fim vivíamos como ricos parecia um sonho aquilo tudo não era nosso, mas aproveitávamos como se fosse.Julia me agradecia todos os dias por convencê-la a mudar-se para lá, ela adorava a casa que morávamos e o nosso relacionamento que já era bom melhorou 100%. Os dias foram passando e se tornando meses e anos, todos os finais de semana sem exceção Dona Laura e seu Alfredo apareciam para o seu merecido descanso (era assim que eles diziam) e nós (Julia e eu) dávamos toda atenção para eles e assim foi criando uma amizade entre nós.Seu Alfredo era um coroa de 58 anos, cabelos claros, homem alto de descendência alemã tinha os olhos verdes, gostava muito de jogar tênis, por isso tinha um corpo bem definido era um coroa tipo enxuto. Dona Laura era uma coroa muito gostosa, mulher da alta sociedade embora fosse gentil e educada conosco não passava de uma verdadeira perua. Eles tinham filhos, mas estavam no exterior estudando, coisa de rico que a gente nem sonha.Numa quinta feira Julia resolveu tomar sol na beira da piscina, como ficávamos sozinhos ela gostava de colocar um biquíni minúsculo que tinha e modéstia a parte minha mulher tem um corpinho lindo, com uma bundinha arrebitada que tirava suspiro dos caras quando andávamos pela praia, eu nunca fui um marido ciumento sempre confiei em minha esposa então não tava nem aí com os olhares pra ela, pra dizer a verdade eu até gostava me sentia o cara, com uma tesão de mulher.Enquanto Julia tomava sol eu estava cortando grama e de repente seu Alfredo apareceu, coisa que ele nunca fez ir no meio da semana. Julia imediatamente se cobriu com a toalha e foi levantando pra ir para dentro, Seu Alfredo repreendeu ela dizendo que não precisava fazer aquilo, que ela deveria continuar tomando sol e que ele ficaria chateado caso assim ela fizesse, ela olhou para mim e eu fiz sinal para que ela permanecesse lá deitada, seu Alfredo entrou na sua casa subiu até a varanda e ficou tomando cerveja.Não era possível saber se Alfredo estava olhando para o mar ou se olhava para bunda de Julia que estava deitada na beira da piscina, mas ele permaneceu lá tomando cerveja até que minha esposa voltou para dentro de casa.
 
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 2


Como meu patrão tornou-se amante da minha mulher – Parte 02 Depois daquele dia seu Alfredo começou a freqüentar mais a casa de praia no meio da semana, começou também a freqüentar minha casa, coisa que ele nunca havia feito antes, além de ser nosso patrão começou a demonstrar ser um bom amigo também, eu e Julia gostávamos muito dele.Um dia ele apareceu em uma quinta feira estava um calor medonho, foi direto pra nossa casa e nos convidou para tomar um banho de piscina, Julia olhou para mim com um olhar estranho eu também fiquei sem saber o que dizer, pois a regra era nunca usar a piscina quando alguém da família dele estivesse na casa, ele vendo nossa reação disse: “Calma gente eu sei das regras, mas como foi eu quem fiz eu mesmo posso abrir uma exceção, então deixem de ficar pensando e vamos lá pra fora, hoje eu quero a companhia de vocês...” dizendo isso foi para casa se trocar (Lembrando que havia duas casas, uma dos patrões e outra para o caseiro).Julia ficou nervosa, e perguntou se ela deveria colocar um biquíni ou não, respondi que deveria ficar a vontade, pois estávamos sendo convidados pelo patrão e era muito bom para nós que deveríamos ficar a vontade com ele, ela se acalmou e colocou um biquíni um pouco mais comportado. Ficamos os três deitados nas cadeiras em volta da piscina, Julia se ofereceu para passar bronzeador em mim, enquanto seu Alfredo com dificuldade passava o bronzeador pelo seu corpo, vendo aquilo eu disse a Julia para ajudar seu Alfredo com o bronzeador ele naturalmente aceitou, pois não tinha como passar em suas costas. Julia pediu ao seu Alfredo para deitar de costas para que ela pudesse esfregar o bronzeador, ela passou nas costas e desceu até as pernas, quando terminou ele se virou e nós podemos notar nitidamente que ele estava com o pau duro, a sunga que ele usava era um pouco justa e não dava pra esconder o volume que fazia. Julia perguntou se ele gostaria que ela passasse na parte da frente também, ele respondeu que sim, visto que era muito desajeitado com bronzeador.Julia começou a passar pelos seus peitos que apesar dos 58 anos estavam bem firmes, desceu até a barriga e depois foi até as pernas, eu notava que por mais que ela tentasse disfarçar, ela sempre dava uma olhada no volume que fazia na sunga de seu Alfredo, confesso que na hora fiquei com ciúmes uma dor de corno bateu em mim, mas tratava-se de nosso patrão e amigo, alguém que estava nos proporcionando ter uma boa vida, uma vida que jamais imaginávamos ter, então fiquei calmo procurei não ficar olhando para não imaginar besteira.Depois de terminar de passar o bronzeador em seu Alfredo Julia veio passar em mim, como eu estava um pouco distante Julia sussurrou dizendo: “Amor você viu que ele ficou de pau duro...” respondi que sim, mas que ela deixasse isso de lado, ela continuou dizendo: “Quase deu um treco em mim quando vi...”, insisti para que ela parasse de falar que poderia ouvir e a situação ficar ruim.Ficamos na piscina a tarde toda, quando estava quase escurecendo, seu Alfredo disse que queria ir até a cidade, pois precisava comprar uns mantimentos para o final de semana e perguntou a mim se não havia problema Julia ir com ele, visto que quem faz essas compras é sua esposa e ele não entendia muito disso, respondi que não havia nenhum problema. Depois de três horas ele voltaram, ajudei a por as compras para dentro e se Alfredo foi embora, Julia estava um pouco diferente eu perguntei se estava tudo bem ela respondeu que sim, não dei importância para aquilo e fui checar a propriedade e Julia foi preparar o jantar, durante o jantar ela estava muito calada então resolvi perguntar novamente se estava tudo bem, ela respondeu que sim, que estava bem, mas eu fiquei preocupado, ela não agia assim durante o jantar.Quando fomos dormir, já deitados ela disse: “Sabe amor tem uma coisa que eu quero te contar, pensei até agora e acho que não devo esconder isso de você...” eu disse a ela que sabia que algo estava errado que a conheço muito bem e perguntei o que era. Ela então passou a relatar o seguinte:
- Que quando foi ao mercado com seu Alfredo ele não parava de elogiá-la, que durante as compras dentro do mercado ele de vez enquanto a abraçava e a puxava perto do corpo dele, que quando queria ir para outro corredor do mercado pegava em sua mão e a puxava como se fossemos um casal, que quando estavam passando pelo caixa ele ficou atrás dela e segurou com as duas mãos em sua cintura com seu corpo próximo ao dela e assim ficou até passarem todas as compras, que durante o trajeto de volta ele ficou passando a mão em suas pernas dizendo que ela tinha um corpo muito bonito e que Rui era um cara de muita sorte em tê-la como esposa.Ao terminar de relatar o que aconteceu ela permaneceu em silêncio, eu fiquei quieto com um vazio dentro de mim, percebi que seu Alfredo estava seduzindo minha mulher, minha cabeça foi a mil não sabia o que responder, se dizia a ela que iria tomar satisfação com ele ou não, sabia que dependendo do que eu falasse para ela nós teríamos que sair dali, pedir as contas e voltar para nossa cidadezinha e voltar a viver aquela vidinha de antes, as conseqüências de uma ação mal pensada era muito grande e penosa para nós dois, assim resolvi deixar meu machismo de lado e tentar minimizar as coisas e disse a ela o seguinte: “Amor eu acho que seu Alfredo está querendo ser gentil, ele se tornou nosso amigo e isso não é nada de mais ele nem chegou a desrespeitar você e apenas estava fazendo elogios...” Ouvindo isso Julia perguntou que ela deveria fazer se ele continuasse com tal brincadeira e atitude, respondi para ela levar na esportiva e entrar na brincadeira.Na verdade eu estava enciumado com o que aconteceu, mas não queria perder aquele tipo de vida que estava tendo, achei que as atitudes de seu Alfredo não passariam dessas brincadeiras e fiquei na minha sem me preocupar. Naquela mesma noite quando estávamos transando de súbito veio em minha mente a visão de Julia passando bronzeador no corpo de seu Alfredo e sobre as coisas que ela tinha me dito quando foram ao mercado, ao invés de perder o tesão ele aumentou mais ainda e gozei rapidinho, Julia achou estranho pois nós sempre demorávamos transando. Depois de passado o momento de êxtase comecei a me perguntar por que fiquei com tesão de lembrar daquelas coisas, era um sentimento que jamais havia sentido, fiquei preocupado mas não disse nada a minha mulher ela não iria entender nem que eu falasse que foi involuntário tais pensamentos, mas em minha cabeça não passava outra coisa e um frio corria em minha espinha então o ciúme aumentou e achei que deveria fazer alguma coisa a respeito para que tal situação não voltasse a repetir, mas fazer o quê? pensava eu...Acordei de madrugada e tais pensamentos voltaram em minha cabeça, comecei a ficar excitado e quando dei por conta estava me masturbando, pensando em tudo aquilo novamente, fiquei apavorado assim levantei me e sai para fora a fim de pensar um pouco...
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 3


Como meu patrão tornou-se amante da minha mulher – Parte 03
No final de semana seu Alfredo e dona Laura apareceram como sempre, eu e Julia fomos recebê-los e dona Laura pediu para Julia auxiliá-la na cozinha, pois receberiam uns convidados e ela queria preparar um almoço diferente para eles minha esposa sempre prestativa de imediato começou ajudar nos afazeres, seu Alfredo me chamou para caminhar com ele na praia, achei estranho, pois aquilo nunca acontecera antes, mas pra mim era bom, aumentar os laços de amizade com meu patrão só me traria vantagens, pelo menos era assim que eu pensava no momento.Saímos para caminhar e conversamos sobre várias coisas até que passou por nós uma moça com um corpo muito bonito (um tesão de menina), seu Alfredo olhou e disse: __Adoro mulheres com um corpinho assim... eu apenas sorri, ele me perguntou: E daí Rui você não gosta da fruta? respondi: Claro que gosto seu Alfredo o senhor não vê a frutinha que tenho em casa... ele respondeu: É realmente sua esposa tem um corpo muito bonito... naquele momento dei uma gelada, tudo que Julia havia me contado sobre o que aconteceu veio a minha cabeça.Seu Alfredo perguntou se podia fazer uma pergunta muito íntima pra mim, respondi que não havia problema que poderia perguntar, olhando para mim ele perguntou se eu já havia traído minha esposa, achei uma pergunta bastante incomum, mas respondi que não, que nunca havia traído Julia, disse ainda que não faltou oportunidade, mas que nunca havia feito sexo com outra mulher depois que me casei com ela, ele perguntou se eu poderia guardar segredo de nossa conversa, respondi que tudo que conversássemos ali ficaria apenas entre nós, ele então confidenciou que nunca traíra sua esposa também, mas que ultimamente andava com um pensamento de trair, que sua relação sexual com a esposa não andava nada bem que a coisa estava muito difícil e que ele considerava muito ativo sexual e necessitava muito de sexo. Nesta hora meu coração disparou, pensei comigo: Então o que aconteceu com ele e Julia não foi apenas brincadeira, ele ta tentando seduzir minha esposa...Ouvido o que seu Alfredo acabara de confidenciar eu perguntei a ele por que ele não iria em uma daquelas boates de luxo onde há mulheres lindas e gostosas, pois dinheiro pra ele não era problema, ele respondeu imediatamente que jamais teria coragem de transar com uma mulher daquelas, que desde que casou nunca transara com outra mulher a não ser a dona Laura e que tinha muito medo de doenças, respondi que existe camisinha pra isso mesmo, ele retrucou que apenas uma vez transara de camisinha e não gostou nenhum pouco e por isso ainda não havia traído sua esposa. Seu Alfredo colocou o braço sobre meus ombros e disse: Olha Rui, desde que vocês chegaram aqui senti que você era uma pessoa de confiança e algo me dizia que um dia iríamos ter esse tipo de conversa, espero que não conte nem para Julia sobre que conversamos... Novamente respondi: Fica tranqüilo seu Alfredo esse segredo está bem guardado... assim voltamos para casa, onde as visitas já haviam chegado.Durante aquela tarde seu Alfredo, dona Laura e o casal de amigos permaneceram na piscina, Julia estava na casa deles arrumando a cozinha e eu estava ali por perto, por que sempre tinha que buscar cerveja ou algo que eles pediam.De repente seu Alfredo saiu da piscina se enxugou e foi até a casa (a cozinha ficava no andar de cima), passado uns minutos dona Laura disse pra eu ir até a casa e avisar seu Alfredo para que quando ele voltasse trouxesse uma outra toalha pra ela, quando eu acabei de subir a escada pude ver seu Alfredo atrás de minha mulher que estava lavando louça na pia, ela passava aos mãos pela cintura dela, alisava os dois braços e encostava bem o seu corpo ao dela, eu fiquei petrificado, por mais que gostaria de chegar e dar uma bronca eu não pude, fiquei sem ação, meu coração parecia que ia sair pela boca, minha respiração ficou acelerada.Seu Alfredo colocou os cabelos de minha esposa de lado e beijou seu pescoço, Julia permanecia imóvel então recobrei minhas forças e desci a escada novamente e voltei a subir, mas fazendo barulho para que ele percebesse que estava chegando alguém, quando cheguei ao topo da escada que dava visão pra cozinha seu Alfredo estava pegando algo na geladeira e minha mulher continuava lavando as louças. Dei o recado para ele e voltei para o quintal.Aquela tarde foi terrível, eu não parava de pensar no que vi, definitivamente seu Alfredo estava assediando minha esposa, ele estava a fim de transar com ela, fiquei numa sinuca, não sabia o que fazer, não havia outro jeito a não ser pedir as contas e ir embora, mas seria uma pena largar aquela vida que já estava acostumado, tudo ali era como se fosse nosso no meio da semana, nós brincávamos na piscina, passeávamos na praia, tínhamos do bom e do melhor, a alimentação era de primeira, estava guardando dinheiro para comprar nossa própria casa e já havia até financiado um carro, perder tudo aquilo seria uma grande pena, mas ficar ali seria muito perigoso para Julia, se continuasse daquele jeito talvez ela acabaria cedendo as provocações de seu Alfredo. Resolvi esfriar a cabeça, e deixar para ter uma conversa com ela durante a noite como sempre fazíamos.Depois que eles foram embora, Julia permaneceu calada não disse uma só palavra sobre o fato para mim, ela pensava que eu não havia visto e estava tentando esconder, eu queria perguntar, mas estava preocupado com sua reação. Quando estávamos na cama ela me abraçou e disse: Amor tem algo que quero te contar, mas você tem que prometer que não vai ficar bravo... eu disse a ela que já sabia o que ela ia dizer, ela espantada falou: como você sabe, você viu...Respondi a ela que tinha visto tudo, só não ouvi o que ele tinha dito em seu ouvido, ela falou: Olha amor vou contar o que aconteceu... então ela passou a contar o seguinte: Que seu Alfredo chegou por trás dela e lhe deu um susto como brincadeira e vendo que ela tinha ficado muito assustada ele pediu desculpas, mas que começou a passar as mãos sobre meus ombros e descia lentamente deslizando pelos braços e voltava a subir, que depois pegou em sua cintura e encostou seu corpo ao dela, que ele estava de pau duro, ela sentia o membro dele duro esfregando em sua bunda, que ela ficou sem ação não sabia o que fazer se saía dali ou permanecia, que quando pensou em sair ele a abraçou e ficou alisando sua barriga, que quando ele cochichou em seu ouvido ele disse que ela era muito gostosa e que ele queria vê-la novamente naquele biquíni minúsculo que ela estava naquele dia em que ele chegou.Quando ela acabou de contar o que ocorreu, eu estava com o pau completamente duro, disfarcei para ela não perceber e perguntei a ela: Amor você acha que temos que ir embora daqui... ela respondeu dizendo: Eu gosto tanto daqui, gosto muito da dona Laura ela me trata tão bem, seu Alfredo também é gentil conosco, mas tenho medo que uma hora você possa perder a cabeça com seu Alfredo pelo que ele está fazendo... Pensei uns minutos e disse a ela: Fica sossegada que não vou fazer nada impensado, se eu tivesse que fazer algo já tinha feito, vamos fazer o seguinte: vamos agir como se nada tivesse acontecido e você continua resistindo as cantadas dele e pronto... ela me abraçou toda sorridente me deu um beijo e disse: É por isso que eu ti amo, você é compreensivo...
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 4


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 4 Já era quinta feira eu e Julia não tocamos mais no assunto, sentia um frio na barriga cada vez que me lembrava do fato, mas não mencionava uma só palavra a respeito para minha mulher. Na hora do almoço o telefone tocou, era seu Alfredo dizendo
que viria para tomar um sol na piscina e gostaria que nós o acompanhasse, expliquei para minha mulher o que seu Alfredo queria ela ficou super nervosa, pois lembrou do pedido que ele havia feito a ela quanto ao biquíni, eu tentei tranqüilizá-la dizendo que não havia nada de errado em ela atender o pedido de nosso patrão, ela retrucou dizendo que eu deveria ficar com ciúmes e não a incentivando a colocar o biquíni, eu disse que estava sim com ciúmes, mas que seu Alfredo podia apenas olhar e olhar não tirava pedaços.Quando seu Alfredo chegou fui recebê-lo no carro ele me cumprimentou e me chamou para ajudá-lo a pegar uma caixa no porta malas, era um computador, perguntei se ele iria trocar o computador de sua casa, ele respondeu que não era pra ele, que aquele era um presente para nós, achei que ele estava brincando, mas quando dirigiu com a caixa para minha casa nem pude acreditar, quando Julia viu que o computador era para nós ficou felicíssima. Depois de instalar o computador seu Alfredo disse que o próximo passo era mandar o técnico colocar internet e que mandaria instalar TV a cabo em nossa casa também, nem acreditamos dava pra ver os olhos de Julia brilhar de tanta felicidade. Seu Alfredo disse que estava muito contente conosco morando ali e queria nos proporcionar o máximo de conforto, dizendo isso foi para a sua casa trocar de roupa, pediu para eu pegar algumas cervejas e deixar no freezer que ficava em uma cobertura próximo a piscina, antes de sair perguntei a Julia se ela iria colocar o biquíni que seu Alfredo havia pedido, ela sorrido veio até mim e disse: “Amor ele é tão bom pra gente né, vamos agradá-lo no que pudermos né!, mas não fica com ciúmes tá...” eu comentei: “Não dá pra ter ciúmes de um homem que é tão bom para nós amor...”, ela falou: “Então vai lá ficar com ele que logo eu apareço tá...”.Eu e seu Alfredo estávamos tomando cerveja deitados nas cadeiras na beira da piscina quando Julia aparece com óculos escuros e com aquele biquíni minúsculo, não é para me gabar, mas minha esposa tem um corpinho muito lindo, seu Alfredo arregalou os olhos e disse: “ Rui, com todo respeito sua mulher tem um corpo maravilhoso...” respondi a ele: “O senhor tem razão, mas dona Laura ( a esposa dele) também tem um corpo bonito...”, ele disse: “É verdade, mas a Julia parece um anjo...”. Julia aproximou-se de nós e deitou em uma cadeira que estava mais próxima de nosso patrão que estava abrindo o vidro de bronzeador para passar em seu corpo, Julia levantou-se foi até ele pegou o vidro das mãos dele e disse: “Deixa que eu passo bronzeador no senhor...”, a fim de deixar Julia mais a vontade disse que iria no banheiro. Quando entrei em casa ao invés de ir ao banheiro, entrei no quarto que em uma janela que fica de frente para a piscina. Abri um pouquinho a cortina e fiquei observando, depois que ela passou bronzeador nas costas dele ela pediu para ele se virar, novamente nosso patrão estava com o pau duro, mas Julia sentia-se mais a vontade e passava o bronzeador com mais ousadia nele, até que em um dado momento ele segurou a mão dela e conduziu para seu pau sobre a sunga, ela tirou imediatamente e continuou passando o bronzeador.Eu já estava de pau duro vendo aquela cena, seu Alfredo novamente segurou na mão dela e conduziu pra seu pênis, só que desta vez ele ficou segurando a mão dela sobre seu pau, como ela não fez menção de tirar a mão ele tirou sua mão de cima da de Julia e ela ficou por um instante ficou massageando o pau dele, nosso patrão ficava olhando em direção a nossa casa para ver se eu não os pegaria de surpresa. Minha esposa mais descontraída alisava o pau dele por cima da sunga, então seu Alfredo com a mão esquerda abaixou um pouco a sunga deixando sair para fora aquele cacetão, Julia olhou em direção a por de nossa casa para certificar que eu não estava indo, pegou no pau de seu Alfredo e ficou masturbando lentamente. Confesso que jamais pensei que um dia iria sentir tesão em ver minha esposa batendo uma punheta para outro homem, tirei meu pau para fora e comecei a me masturbar, até que vi Julia aumentar o ritmo da punheta e meu patrão começou a esguichar um monte de porra sobre sua barriga, vendo aquilo eu gozei também, nem deu tempo de me recobrar tive que ir ao banheiro pegar papel higiênico para limpar a minha porra que caiu no chão.Quando voltei para a piscina seu Alfredo estava dentro da água com Julia, os dois estavam conversando um próximo ao outro, ele pediu para que eu me unisse a eles e assim eu fiz, passamos o resto da tarde bebendo e brincando dentro da piscina, eu agia como que nada tivesse acontecido, mas aquela visão de minha esposa masturbando meu patrão não saía de minha cabeça. Já era quase 18:00 hrs quando seu Alfredo disse que tava na hora dele ir embora, pediu para Julia ajudá-lo a separar algumas coisas que ele havia comprado lá em sua casa que ele iria levar e que o restante ficaria para nós, ele sempre fazia isso, mas nunca tinha chamado minha esposa para ajudá-lo, ela imediatamente o seguiu até sua casa. Passado uns cinco minutos eu fui atrás para conferir o que estava acontecendo, visto que as coisas estavam bastante avançadas. Quando terminei de subir a escada não vi nenhum dos dois na cozinha, mas ouvi um gemido vindo do quarto, meu coração acelerou, já imaginei o pior e não deu outra, quando me aproximei do quarto, pude ver Julia de quatro na beira da cama e seu Alfredo fudendo com aquele cacete que visivelmente era maior que o meu.Meu patrão apenas afastou o biquíni dela de lado e só havia tirado o pau para fora da sunga demonstrando com isso que estava transando apressadamente. Com as mãos na cintura dela ele bombava com força fazendo minha esposa quase que cair sobre a cama, enquanto Julia gemia ele dizia: “ Menina (era assim que ele a chamava) você nem imagina como eu estava louco pra fuder essa sua bucetinha...”, me surpreendi quando em meio a gemidos e com voz de choro Julia disse: “ Então me fode seu Alfredo, mete na minha buceta vai...”. Ouvindo isso ele urrou agarrou nos cabelos dela e gozou dentro da sua bucetinha, ela também gozou, quando ele terminou de gozar deitou o corpo sobre o dela e ficaram lá parados, eu desci a escada e fui para casa completamente sem noção do que fazer ou pensar, eu estava completamente desorientado.Quando Julia entrou em nossa casa seu Alfredo já tinha ido, parecia que ela havia visto um fantasma, estava pálida e tremendo, ela pegou em minha mão e me puxou para o quarto, sentou na cama e começou a chorar, perguntei o que era, porque ela estava chorando, mesmo sabendo o que havia acontecido eu perguntei a ela como que não sabia de nada: “O que aconteceu meu amor...?”. Ela disse: “Rui lembra-se que você me pediu para ir resistindo aos assédios de seu Alfredo...?”, respondi que sim, ela então em meio a soluços e choro continuou dizendo: “Pois é, desta vez não foi possível, eu até que tentei resistir, mas acabei transando com ele...” eu a abracei limpei as lágrimas de seus olhos e disse: “Julia você me ama...?” ela sem saber o porque da pergunta respondeu: “Claro que ti amo meu amor, mas por que esta pergunta...”, eu disse a ela: “O que aconteceu com você e nosso patrão foi apenas sexo, seu Alfredo ando numa pior por isso ele te assediou, mas não tem problema, não vou ficar bravo com você...”, continuei dizendo: “Eu sabia que mais sedo ou mais tarde isso acabaria acontecendo, ele além de ser muito bom para nós é um homem vistoso e bonito...”, eu sabia que você acabaria cedendo, por isso já me preparei psicologicamente...”.Dizendo isso eu a deitei na cama, ela ainda com soluços começou a me beijar e dizer: “Amor promete que não vai me deixar por eu ter feito isso...” respondi a ela que jamais faria isso, eu estava com tesão só de falar no assunto então peguei a mão dela e conduzi até meu pau e disse: “Sabe Julia, na verdade estou excitado com que aconteceu...” ela sorrindo me perguntou: “Verdade amor, você ficou com tesão em saber que transei com seu Alfredo...?”, respondi que sim que estava com muito tesão, ela pegou minha mão levou até sua xaninha e disse: “Olha amor, ainda tem porra dele aqui, ele gozou muito dentro de mim...”. Ouvindo ela dizer aquilo e notando que realmente sua bucetinha estava ainda encharcada de porra, tirei minha roupa, subi em cima dela e quando coloquei meu pau em sua xaninha notei que estava laceada e toda lambuzada e assim transamos como nunca havíamos transado antes, depois da transa pedi para ela me contar como aconteceu ela, já bem a vontade e contente por eu estar gostando passou a relatar.
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 5


Como falei no inicio, este conto não aconteceu conosco, mas, adoraríamos ter um Sr. Alfredo em nossas vidas.Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 5 O relato de Julia – “Que quando seu Alfredo a chamou para ajudá-lo a separar alguns mantimentos para ele levar, percebeu que estava com má intenção, pois ele nunca havia pedido isso antes e por ela o ter masturbado na beira da piscina, ele iria querer ir mais além. Mesmo sabendo disso ela não tinha como dizer não e negar um pedido do patrão.Que quando entraram na casa e acabaram de subir a escada que dá acesso aos quarto e a cozinha, seu Alfredo segurou em sua mão e a levou direto até o quarto, chegando lá ele a abraçou por trás e conduziu uma de suas mãos até sua xaninha e com a outra agarrou seus seios. Ele dizia que sentia um tesão muito grande por ela, que estava doido de vontade de fude-la, Julia disse que por um momento tentou escapar dele dizendo para ele parar e que não podia fazer aquilo, que eu podia chegar a qualquer momento e pega-los naquela situação, ele disse que ia ser rápido era só ela se acalmar”.- Enquanto ouvia o relato de minha esposa fiquei extremamente excitado, meu pau doía de tanto tesão, sabendo que eu estava gostando Julia começou a contar o que aconteceu com uma voz manhosa, ela pegou no meu pau e enquanto contava ia me masturbando lentamente.Julia continuou contando:“Que naquele momento ela lembrou quando eu disse que deveríamos fazer de tudo para agradar seu Alfredo, pois ele estava sendo muito bom para nós, assim ela relaxou e sentindo seu pau duro esfregar em sua bunda começou a ficar molhada de tesão, que o patrão vendo que ela não resistia mais a empurrou em direção a cama, e ela sabendo o que ele queria foi logo subindo na beira da cama e ficando de quatro para seu Alfredo, ele não perdeu tempo, puxou o biquíni de lado, tirou o pau para fora da sunga, esfregou na entrada de sua bucetinha e foi introduzindo lentamente. que quando aquele pintão estava completamente enterrado em sua buceta ele começou a bombar. Ela disse que naquele momento estava totalmente entregue ao patrão, não sentia mais medo e nem pensava em mim, apenas queria curtir aquele pintão que invadia suas entranhas num ritmo frenético de vai e vem. Julia disse que o medo foi substituído por um imenso tesão, era a primeira vez que ela sentia um pinto diferente dentro da sua bucetinha (ela casou comigo virgem). Que diante de tanto tesão ela se soltou mais ainda, disse que empinou bem a bunda pra cima a fim de receber o máximo daquele cacete dentro de sua xaninha”.- Nessas alturas eu já não aguentava de tanto tesão, pedi para minha esposa parar de me masturbar caso contrário iria gozar e não queria gozar antes de ouvir o restante do acontecido. Julia me deu um beijo e perguntou: “Amor você realmente está gostando de saber que eu transei com seu Alfredo...?” fiquei calado apenas olhando para ela, então ela fez outra pergunta, mas desta vez com uma cara e voz de safada: “ Te dá prazer em saber que outro homem fudeu a bucetinha de sua esposa...?”. Respondi que não sabia o que estava acontecendo comigo, mas que estava sentindo muito tesão em saber sim. Ela voltou a pegar no meu pau, se aproximou mais de mim e agora já bem safadinha continuou contado:“Que seu Alfredo agarrava em sua cintura e socava com toda a força seu pau dentro da sua bucetinha , que enquanto metia dizia que ela nem imaginava como ele estava louco pra fuder aquela xaninha, ela disse que como estava quase gozando de tanto tesão dizia para ele fuder, meter na sua buceta. Que logo em seguida sentiu o cacete de seu Alfredo aumentar de tamanho, que ele acelerou o ritmo, ela sabia que ele estava prestes a gozar, então afastou bem a bunda de encontro ao corpo do patrão para receber a penetração de seu pênis com mais profundidade ,que de repente ouviu o gemido de seu Alfredo e sentiu várias esguichadas de porra no interior de seu útero, que naquele momento gozou loucamente também. Depois de gozarem seu Alfredo a empurrou de encontra a cama e caiu com seu corpo sobre o seu, ela podia sentir a respiração ofegante e o batimento acelerado de seu coração, disse que pau dele ainda estava dentro da sua buceta. Ele dizia a ela que nunca havia transado com uma mulher tão apertadinha como ela (isso eu deixei de mencionar no começo do conto que uma das coisas que eu adorava em Julia era o fato dela ter a bucetinha apertadinha). Que quando a respiração de ambos voltou ao normal, nosso patrão ainda deu umas bombadas de leve na sua bucetinha já toda encharcada de porra. Julia contou também que seu Alfredo falou a ela que da próxima vez ele queria transar com ela com mais tempo e sem perigo, que sem dizer nada ela se levantou da cama arrumou o biquíni e saiu correndo para nossa casa.”Quando Julia terminou de contar detalhadamente o que aconteceu com nosso patrão, ela já estava sobre mim cavalgando em meu pau. Eu estava completamente fora de mim de tanto tesão, minha esposa vendo minha excitação perguntou se eu havia gostado de ouvir o que acabara de contar, respondi que sim que tinha gostado muito, por isso estava com tanto tesão. Naquele momento pensei comigo: “eu acho que sou corno”, nunca pensei que iria ter um pensamento desses, mas eu não estava bravo ou triste por me sentir daquele jeito, pelo contrário estava gostando, porém sentia certo receio das conseqüências, assim resolvi fazer uma pergunta para Julia, pedi a ela para ser sincera na resposta, eu perguntei o seguinte: “Amor o que aconteceu com vocês foi apenas sexo ou teve algum tipo de sentimento...?” ela respondeu: “ Rui tudo não passou de apenas sexo, nada de sentimento vai rolar entre eu e seu Alfredo, a pessoa que eu realmente amo é você...” fiquei aliviado com a resposta dela resolvi perguntar a ela o seguinte: “Julia você acha que eu sou corno...”, sorrindo para mim com uma carinha de safada respondeu o seguinte: “Não meu amor, você não é corno, mas se você quiser posso te fazer o corninho mais feliz do mundo...”, já não aguentando mais de tanto tesão pois ela rebolava no meu pau com mais força, comecei a gozar e entre os gemidos agarrei na cintura dela e respondi com a voz ofegante: “ Sim, eu quero ser seu corninho, me faça corninho amor...” ela ouvindo isso também começou a gozar, e enquanto gozava ela dizia: “ Goza gostoso meu corninho, daqui pra frente então você vai ser meu corninho manso..”. Foi a melhor metida que tivemos em nossa vida até aquele dia.- No dia seguinte o telefone tocou era seu Alfredo, Julia atendeu e falou com ele, ficaram uns 10 minutos conversando, quando ela desligou contou que o patrão iria viajar e que ficaria fora por uns quinze dias e que quando voltasse tinha uma surpresa para nós, aí ela olhou para mim com aquela carinha de safada e disse: “Mas não foi só isso que ele falou...” fiquei curioso e perguntei o que era, ela respondeu: “Ele disse que quer que eu depile a bucetinha para a próxima vez...”, aquelas palavras provocaram em mim uma mistura de ciúmes e tesão, Julia vendo que eu fiquei parado sem dizer uma só palavra, veio até mim, me abraçou e perguntou: “ Você não vai ficar com ciúmes, vai amor...?”, respondi que não, que estava tudo bem
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 6


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 6 Para quem está lendo este conto sem ter lido as partes anteriores, sugiro que as leiam primeiro, pois só assim ficará sabendo como nossa história começou.Durante os quinze dias que seu Alfredo esteve fora em viagem, apenas dona Laura com umas amigas apareciam na casa da praia, sempre gentil e educada conosco, nos convidava para almoçar com eles todas as vezes que se reuniam lá, mas para que eles ficassem mais a vontade não tendo que dar atenção para nós, assim podendo concentra nas conversas que diziam a respeito de suas próprias vidas, nós não aceitávamos o convite e fazíamos a refeição em nossa própria casa. Dona Laura esteve umas duas vezes em nossa casa ensinando Julia a navegar na internet e a lidar com o computador que era uma novidade para nós, minha esposa estava muito feliz com o presente de nosso patrão. Assim os dias foram passando.A noite quando íamos para a cama eu gostava de provocar a Julia, dizendo que ela tinha colocado um chifre em mim e que ela devia polir meu chifre imaginando que estava transando com seu Alfredo enquanto transava comigo e assim a gente fazia. Embora a transa com seu Alfredo tenha sido um pouco rápido, eu gostava de ouvir minha esposa comentar a respeito e ela para me agradar contava com o maior detalhe possíveis, eu fazia varias perguntas tais como: “se ela tinha gostado do pau dele, se era maior e mais grosso que o meu coisa do gênero que todos os corninhos gostam de perguntar para as esposas”, sabendo que eu gostava de ouvir ela dizia que o pau dele era uma delícia, era mais comprido e mais grosso, dizia também que a ponta da cabeça do pau dele era mais fina que a base, eu sorria e comentava que era ideal para se comer um cuzinho, como ela nunca deu a bundinha ela ficava horrorizada com minhas conversas e dizia: “Meu cuzinho eu não dou de jeito nenhum”. Eu ficava na minha, sabia que não era bem assim, sempre há um jeito de convencer as mulheres, eu é que nunca pensei em comer a bundinha dela, por isso nunca insisti, como já disse antes respeitava sua decisão em não querer, e por isso ela era virgem no cuzinho até aqueles dias.Toda a noite Julia me perguntava se eu estava bem com o que estava acontecendo, ela dizia que tinha muito medo de me perder, achava que eu estava concordando com a situação só para continuar dando aquele conforto para ela, queria saber se eu ia conviver bem com aquilo, dizia que não queria me magoar nunca, que caso eu não concordasse com o que estávamos passando ela toparia em voltar para nossa cidade, que o amor que sentia por mim era maior que todo o conforto do mundo. Eu tentava acalmá-la dizendo que estava tudo bem, eu achava o nosso patrão uma pessoa muito agradável e gentil, sabia que ele era uma pessoa educada e nunca faria nada de mal para ela, dizia também que seu Alfredo estava passando um momento delicado com sua esposa que estava muito carente de sexo, por isso ele a assediou e acabou conseguindo fazê-la transar com ele, mas que nada iria mudar entre nós por causa daquilo.Perguntei a ela se estava curtindo o fato de saber que iria transando com seu Alfredo novamente, que caso ela não sentisse confortável em fazer aquilo, nós poderíamos parar com tudo. Ela respondeu que iria transar com ele apenas mais uma vez e que depois não transaria mais, mas que estava ansiosa pra sentir aquele pinto entrando na sua bucetinha novamente sim. Aquelas conversar nos deixava loucos de tesão e transávamos como nunca.No décimo quarto dia seu Alfredo telefonou para nossa casa e deu certo que Julia atendeu, notei que ela ficou meio nervosa falando com ele pelo telefone, ele disse que no dia seguinte iria chegar e que viria direto do aeroporto para a casa da praia, perguntou a ela se eu estava por perto, pois queria falar algumas coisas, é claro que eu estava, mas ela respondeu que não, ele perguntou se ela não havia esquecido de seu pedido, ela meio envergonhada respondeu que não havia esquecido, que sua xaninha estaria do jeito que ele tinha pedido (para quem esqueceu, ele queria que ela depilasse a xaninha). Fiquei excitado ouvindo minha esposa conversar com nosso patrão tão intimamente daquele jeito.Quando ela terminou de falar com ele, veio até mim me abraçou e disse que seu Alfredo tinha uma surpresa para nós, aquele nosso patrão não parava de nos surpreender, nunca imaginávamos que um dia alguém de um coração tão bom apareceria em nossas vidas, não sabíamos que surpresa nos esperava, mas eu sabia que minha amada esposa logo estaria fudendo com ele, mas o estranho é que o fato de eu saber que Julia transaria com nosso patrão não me deixava furioso como deveria acontecer, eu gostava muito de seu Alfredo, tudo que ele havia feito por nós, a maneira com que nos tratava e a vida confortante que nos proporcionava, faziam com que eu não tivesse nenhum sentimento de humilhação, raiva ou coisa parecida, algo havia mudado dentro de mim e até sentia tesão quando lembrava do momento em que vi Julia transando com ele, por isso eu estava tranqüilo.Mas Julia estava nervosa, ela não sabia como as coisas iam se desenrolar, falou que estava insegura e gostaria que eu estivesse por perto quando ele chegasse, mas nada iria rolar caso eu permanecesse em casa ou estivesse por perto, talvez seu Alfredo arrumaria alguma desculpa e a levaria para algum lugar, Julia disse que eu deveria pensar em alguma coisa, então tive uma idéia.Combinamos que antes de seu Alfredo chegar eu me esconderia em um quartinho separado de nossas casas onde guardamos as ferramentas, que ela deixaria a janela de nosso quarto um pouco aberta para que pudesse ter uma visão do interior e de tudo que acontecesse lá, minha esposa sorrindo disse: “Você é o melhor marido do mundo”, sorrindo eu disse: “E o maior corninho também”, ela fez uma carinha de triste me abraçou e disse: “Amor não fala assim que fico me sentindo mal”, eu respondi a ela, não precisa ficar triste Julia eu to curtindo ser seu corninho, ela então olhou pra mim já com um semblante alegre me beijou e falou: “Promete pra mim que você vai curtir me vendo transar com seu Alfredo...”, falei que iria ficar assistindo tudo e me masturbando bem gostoso e que depois iria fuder a bucetinha dela inundada de porra de nosso patrão, ela me abraçou com força novamente e disse: “assim é que se fala meu corninho gostoso...”Falei para Julia que ela deveria fazer tudo que tinha vontade com seu Alfredo e que ela devia satisfazê-lo completamente, ela fez uma cara de espanto e perguntou: “Amor e se ele quiser fazer sexo anal, eu nunca fiz...” disse a ela para ter calma que era só dizer para ele que ainda não estava preparada que em outra oportunidade deixaria ele fuder o seu rabinho, ela resmungou dizendo: “Mas mais cedo ou mais tarde ele vai querer e aí?” eu disse que falaríamos sobre aquilo outra hora que no momento não devia se preocupar.Já era noite e Julia foi se preparar para seu amante, ela ficou quase uma hora tomando banho, mas eu sabia o porquê da demora, quando ela saiu do banheiro fui até o quarto atrás dela, queria saber como tinha ficado, pois nunca havia depilado a xaninha antes, já no quarto ela tirou a toalha que cobria o corpo e pude contemplar aquela bucetinha toda depilada, parecia a xaninha de uma adolescente, fiquei muito tesudo só de imaginar que o pau de nosso patrão iria arrombar aquela coisinha linda que até então era só minha, aproximei se dela já com o pau duro e disse: “Você ta muito gostosa com essa xaninha peladinha, quero fuder ela agora...”, ela com cara de safadinha falou: “Não amor, se você quiser posso fazer qualquer outra coisa pra você gozar, mas minha bucetinha vai ficar de repouso guardadinha para nosso patrão fuder gostoso amanhã...”. Aquelas palavras me deixaram louco de tesão tirei o pau pra fora da bermuda e pedi a ela me chupar e assim ela fez até eu gozar, mas ela tirou meu pau da boca como sempre fazia e continuou me masturbando até eu terminar de gozar, ela nunca deixou eu gozar dentro da sua boca e isso pra mim era uma frustração, mas eu respeitava a vontade dela de não fazer o que não queria.
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 7


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 7
Finalmente era o dia da chegada de seu Alfredo, Julia estava nervosíssima, ficava todo tempo me perguntado que roupa deveria vestir qual a calcinha que iria causar maior impressão em nosso patrão, para acalmá-la eu dizia que ela era linda que qualquer jeito ela estivesse ele iria adorar, alisas a roupa você vai tirar ele quer você peladinha, ela sorria e vinha com a mesma
pergunta: “ Amor você vai ficar bem...?” para acalmá-la de uma vez por todo eu dizia que não via o hora de vê-la transando com seu Alfredo.
Estava chegando a hora, nosso patrão iria aparecer a qualquer momento, então combinamos que quando ele perguntasse sobre mim ela deveria dizer que eu tinha ido à cidade a fim de escolher um carro para comprar e que voltaria só depois do almoço, assim ele sentiria a vontade para transar com ela e não inventar desculpa para levá-la para outro lugar, sem falar que eu poderia assistir tudo de camarote, digo pela janela..rsss....A propriedade era fechada com um muro bem alto e ao redor havia muitas árvores, o portão era de metal, assim quando ele chegasse precisaria buzinar para que pudéssemos abrir. Lá pelas 10h00 mais ou menos escutamos um carro buzinar, era seu Alfredo chegando, eu fui correndo para o quartinho das ferramentas, meu coração estava disparado, sentia um vazio dentro de mim, uma ansiedade como nunca senti antes, eu podia acabar com aquilo a qualquer momento, dependia apenas de mim, mas não queria fazer aquilo, estava muito a fim de ver minha esposinha transar gostoso com o nosso patrão. Julia foi até o portão e o abriu, nosso patrão entrou com o carro e parou perto dela, nem levou o carro até a garagem, eu podia ver tudo que acontecia, pois deixei a porta um pouco aberta. Os dois ficaram conversando por um momento, pensei comigo: “Julia deve estar falando para ele que eu não estava e que voltaria só depois do almoço...” e era isso mesmo porque ele sentiu-se confiante e a abraçou e ambos foram abraçados até o interior da casa. Logo depois que eles entraram, eu saí do quartinho das ferramentas e me posicionei próximo a janela do nosso quarto. Apenas ouvia a conversa dos dois que ainda estavam na sala, eu sentia uma ansiedade muito grande, não via a hora de vê-los entrando no quarto.Não demorou muito os dois apareceram na porta, seu Alfredo entrou agarrando ela por trás, a visão que eu tinha era privilegiada, eles não podiam me ver, mas eu via tudo que acontecia no interior do quarto. Seu Alfredo ainda estava de terno vestido a caráter para negócios, dava pra ver claramente a timidez de minha esposa, ela não sabia como reagir, mas nem precisou, pois nosso patrão foi logo abraçando-a e a beijando, ele dizia que queria transar com ela bem gostoso naquele dia e perguntou se ela estava preparada como ela havia pedido, ela respondeu que sim, que tudo estava do jeito como ele pediu. Seu Alfredo começou a passar as mãos pelo seu corpo descendo até abunda, os dois se beijaram novamente e logo após e beijo ele virou Julia de costas para ele, suas mãos desciam da cintura indo até sua xaninha, ele alisava a bucetinha dela por cima do vestido, Julia com os olhos fechados esfregava a bunda de encontro ao pau dele. Seu Alfredo levantou o vestido dela, enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a masturbar a bucetinha dela, Julia deveria estar com muito tesão, pois ela soltou um suspiro e levantando a cabeça para cima demonstrando estar com muito tesão, enquanto ele alisava sua bucetinha, beijava o pescoço, rosto e os lábios de minha esposa.
Seu Alfredo dizia: “Nossa menina, que bucetinha gostosa você tem, como ela esta gostosinha...”, Julia apenas resmungava com uma voz de choro dizendo: “O senhor esta gostando, tá...era assim que o senhor queria?”. Ele respondeu: “Ela está exatamente do jeito que eu queria, bem peladinha como se fosse uma menininha...” . Mas para ele ela era uma menininha, pois tinha o dobro da idade de minha esposa. Depois de uns cinco minutos mais ou menos, nosso patrão virou-a novamente de frente para ele, deu um beijo em seus lábios e colocou as duas mãos em seus ombros forçando a para baixo, ela já sabia o que ele queria, e eu também, minha respiração começou a ficar ofegante. Então ela abaixou-se com as duas pernas abertas e começou a alisar o pau dele por cima da calça, lentamente ela foi abrindo o zíper da calça, quando abriu tudo enfiou a mão lá dentro e ficou alisando o pau dele por cima da cueca, seu Alfredo com uma das mãos sobre a cabeça dela apenas alisava seu cabelo, ela tirou aquele cacetão para fora, ficou admirando e masturbando bem de vagar, depois passou a língua na parte de baixo, deu um beijo e começou a chupar. Nosso patrão fechou os olhos levantou a cabeça para cima e dizia: “ Chupa menina, chupa gostoso meu cacete, quero sentir sua boca quentinha em todo meu pau...”. Neste momento eu estava com pau de fora, sentia um tesão muito grande que mal podia encostar a mão no meu pau, como era gostoso ver minha linda esposa que sempre foi só minha, ali abaixada mamando o pau de outro homem, que para meu conforto era de uma pessoa que nós gostávamos muito.Seu Alfredo colocou as duas mãos na cabeça de Julia e começou a meter em sua boca, ele dizia: “Abra bem a boca menina que eu quero enfiar até sua garganta...” Julia obedecia, mas era impossível aquele cacete entrar todinho em sua boca, conforme ele forçava ela ia babando e as vezes precisava tirar o pau da boca para respirar e se recompor, eu estava alucinado com aquela visão, minha esposa agindo daquele jeito não era normal, pois comigo ela apenas chupava um pouquinho e logo dizia que estava com a boca doendo, mas ali com nosso patrão ela estava completamente mudada, estava fazendo exatamente o que ele pedia sem reclamar. Depois de judiar bastante dela seu Alfredo a levantou e começou atirar o seu vestido, num instante ela estava completamente peladinha na frente dele, rapidamente ele também tirou a sua roupa e os dois deitaram na cama. Nosso patrão subiu sobre Julia e começaram a se beijar, nesta hora eu fiquei com ciúmes de verdade, me deu vontade de acabar com aquilo de uma vez por todas, parecia que eu não suportaria vendo a ser possuída por outro homem, mas já era muito tarde pra isso agora o jeito era relaxar e aproveitar, a final de contas eu queria vê-la sendo possuída por ele e se tomasse alguma decisão impensada poderia me arrepender depois.
Seu Alfredo começou a chupar os seios dela e aos poucos foi deslizando sua boca em direção a sua xaninha, mas parou na altura do umbigo um tempinho onde ficou passando a língua e chupando. Minha esposa tem uma barrinha linda, por isso ele parou ali um pouco para se deliciar. Com as pernas abertas e os olhos fechados ela apenas gemia baixinho, mas quando a boca de nosso patrão chegou na sua bucetinha ela soltou um gritinho e começou a gemer mais altos. Seu Alfredo lambia, chupava, enfiava a língua, abocanhava com uma volúpia a bucetinha dela que dava gosto de ver, ele realmente estava adorando chupar aquela xaninha peladinha. Julia estava com muito tesão, ela abriu os braços agarrou no lençol e se contorcias em êxtase. Nessa altura eu já estava me acabando na punheta, mas estava com muito tesão e não podia me masturbar muito, caso contrário iria gozar e de maneira nenhuma eu queria gozar antes deles.Julia não estava agüentando mais, então ela agarrou na cabeça de nosso patrão, puxou para cima dizendo: “Pára, por favor ,seu Alfredo, pára um pouco que não estou agüentando mais, to morrendo de tesão...”. Ele disse a ela: “Hoje você eu vou te poupar, mas da próxima vez vou fazer você gozar na minha boca menina...”. Dizendo isso ele deitou-se de costas e pediu para ela chupá-lo, ela caiu de boca naquele pintão e começou a sugar como uma bezerrinha, ela não era muito experiente, mas ele ia ensinando como gostaria que ela chupasse e assim ela foi aprendendo na prática, dava pra ver com muita perfeição quando ela tentava colocar todo cacete na boca, era incrível como o tesão faz a pessoa se superar, Julia já estava chupando com uma maestria que eu nunca pude sentir, sabia que aquela lição de chupada iria me beneficiar, por isso estava contente. Às vezes seu Alfredo agarrava com as duas mãos na cabeça dela e socava o pau até o fundo se sua garganta, ficava parado e pedia pra ela chupar, dava pra ver ela babando e escorrendo no pau dele, quando ela não estava agüentando mais, ele tirava o pau da boca dela e ela respirava fundo com a boca toda cheia de bába.
Depois disso, ele a puxou sobre si e disse: “Venha menina (lembrando que era assim que ele a chamava), venha cavalgar no meu pau...”. Antes de ela enterrar o pau dele na xaninha, ficou esfregando e rebolando no pau, acho que só nesta hora ela se lembrou de mim, pois ela virou o rosto em direção a janela e sorriu, fez uma carinha de safada e continuou rebolando, ela sabia que eu estava ali do lado de fora apenas observando, e como foi praticamente eu quem a incentivou a transar com ele, certamente ela queria me castigar, assim ela deitou um pouco sobre seu Alfredo, arrebitando bem a bunda, pegou em seu cassete e começou a esfregar na entrada de sua xaninha, olhou novamente em direção a janela com uma cara tipo: “Olha corninho o que eu vou fazer agora...” e foi introduzindo lentamente aquela vara grossa em sua bucetinha, centímetro, por centímetro aquele pau foi desaparecendo dentro da buceta dela, ela gemia e choramingava. Com as duas mãos nosso patrão afastava as duas nádegas dela facilitando a penetração, até que finalmente o cacete dele estava todo atolado na xaninha de minha mulher.
Meu pau doía de tanto tesão, o líquido de pré-gozo escorria sem parar, eu não podia se quer encostar a mão nele tanto era a intensidade de meu tesão. Julia gemia e cavalgava como uma putinha, minha mulher estava agindo como nunca agiu comigo, ela se portava como uma mulher experiente, mas ela não era assim, sua moderação na hora de transar comigo não tinha nada haver com aquilo que eu estava vendo, se a partir daquele dia ela se portasse comigo na cama como estava fazendo ali, eu iria adorar e já ia valer ter sentido a dor de corno. A visão que eu tinha dos dois era muito boa, meu quarto era pequeno, a cama ficava posicionada próximo a janela com isso eu podia ver claramente o pau de seu Alfredo entrar e sair da xaninha de minha mulher. Depois de ficarem naquela posição por uns 20 minutos ele pediu para ela ficar de quatro, a safadinha sabendo da minha presença do lado de fora assistindo, ficou de frente para mim, pena que eu não podia ver a rola dele entrar nela, mas podia ver a sua carinha gemendo de tesão. Julia olhava pra mim mesmo não podendo me ver ela sabia que eu estava ali, então ela fazia cara de safada, gemia e as vezes colocava o rosto de encontro a cama empinando bem a bundinha para seu amante fudê-la com mais força.Era possível ver o suar escorrer pelo corpo de seu Alfredo, ele bombava incessantemente seu cacete na xaninha de minha esposa, de vez enquando ele levantava o corpo dela, segurava eu seus seios e a beijava, já sem pudor nenhum ela abaixava novamente de dizia pra ele fuder com força, ele aproveitando dizia palavras obscenas pra ela tais como:Ele:....“Tá gostando de meu pau tá, putinha...?”;
Julia: “To adorando seu cacete, me fode...”;
ele:....“De agora em diante você vai ser minha putinha, vou meter em você sempre que quiser...”;
Julia: “Vai sim seu tarado, vou ser sua puta particular e meu maridinho nem vai ficar sabendo...”;
Ele: ....“Você ta gostando de fazer ele de corninho...”;
Julia: “To sim, ele vai ser meu corninho de agora em diante...”.
Quando dizia essas palavras Julia olhava para o lado da janela (pra mim é claro) aquilo foi demais para mim, não agüentei mais, sabia que iria gozar, mesmo não estando com a mão em meu pau, assim comecei a me masturbar, foram duas mexidas no pau e a porra começou a esguichar. Nossa! Como gozei, antes de eu me recompor ouço o gemido de Julia, ela estava gozando, sabendo disso seu Alfredo aumentou o ritmo da bombadas e também começou a gozar, inundando sua bucetinha de porra. Tão logo os dois acabaram de gozar eles caíram desfalecidos na cama para se recompor da gozada. Minha esposa apenas dizia: “Nossa! Como gozei...” e seu Alfredo dizia: “Que gozada maravilhosa, fazia muito tempo que não gozava assim...”. Depois de certo tempo ele foi em direção a ela a abraçou deu um beijo em sua testa e perguntou; “Será que Rui vai demorar lá na cidade...?” ela respondeu que sim, que eu voltaria apenas depois do almoço, ele então continuou dizendo: “É que eu quero fuder você novamente...” e perguntou: “Você quer...?” ela sorriu e respondeu: “É claro que eu quero, to adorando sentir esse cacete enorme dentro de mim..”, dizendo isso olhou novamente em direção a janela, tipo querendo dizer: “Fica aí quietinho que tem mais...”.Seu Alfredo levantou perguntou pra Julia se havia cerveja na geladeira, ela respondeu que sim, ele saindo do quarto disse: “Desta vez quero fazer algo diferente com você tá...”, ela deitada de bruços e com a cabeça no travesseiro virada para minha direção perguntou o que era, ele apenas respondeu: “Calma menina você vai ver...”. Meu coração acelerou novamente, que será que ele iria fazer com minha esposa, pensei.
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 8


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 8 Quando seu Alfredo retornou, Julia continuava na mesma posição, ele deitou do lado dela com uma latinha de cerveja na mão e com a outra alisava a bundinha linda de minha mulher. Ele dizia que ela tinha uma bunda muito bonita e sempre que podia, disfarçadamente ficava olhando, mas que agora ele podia tocar, apalpar e até mesmo acariciar e que estava muito feliz por isso. Julia fez menção de se virar, mas ele a segurou e disse: “Fica assim menina, quero ficar admirando seu corpinho lindo e acariciar bastante esta bundinha que sempre desejei...”. Do lado de fora do quarto meu pau já dava sinal de vida novamente, era uma sensação incrível, o normal era eu estar enciumado, mas não, eu estava curtindo muito aquela situação, meu tesão aumentava cada vez que meu patrão passava sua mão entre as nádegas de minha esposa e levava seu dedo até sua xoxotinha, eu realmente estava gostando daquilo.
Pelo jeito Julia já se sentia completamente solta e desinibida, pois com as carícias de seu Alfredo ela começou a rebolar a bundinha na mão dele. Assim que terminou de beber a cerveja ele colocou a latinha no criado e passou a cariciar o corpo dela e ao mesmo tempo beijar sua nuca, dava pra notar que o pau dele estava duríssimo, ele subiu sobre ela colocou o pau entre as nádegas e deitou sobre o seu corpo, ficou esfregando o pau na bundinha por uns minutos então com os pés abriu as pernas de minha esposinha e penetrou seu cacete em sua xaninha.Ficaram fudendo por aproximadamente uns 15 minutos, Julia gemia e rebolava no pau de nosso patrão, quanto mais ele fudia, mais ela arrebitava abunda, até que ele disse que estava na hora de fazer algo que ela jamais iria se esquecer. Seu Alfredo saiu de cima dela e a colocou de quatro, pensei comigo: “Ele vai tentar fuder a cuzinho dela...”, mas eu estava enganado, pelo menos naquele momento, pois ele começou a lamber e chupar o cuzinho de Julia, Minha esposa naquela posição com a bundinha totalmente a mercê de nosso patrão apenas gemia, ela estava com os olhos fechados e com a cabeça deitada sobre o travesseiro, eu queria que ela olhasse para o lado da janela para que eu pudesse ver a cara que ela estava fazendo naquele momento, mas acho que dado o tesão que sentia no momento ela já não se lembrava que eu estava ali fora assistindo tudo.
Seu Alfredo parecia ter muita experiência no que fazia, ele abria bem as nádegas dela enfiava a língua no cuzinho, e assim foi fazendo até ela sentir-se bem relaxada. Julia realmente estava adorando ser chupada no cuzinho ela dizia: “Ai que gostoso seu Alfredo, não sabia que isso era tão bom, continua vai...”. Eu sabia que ele estava com intenção de fuder o cuzinho dela, mas acho que ele queria deixá-la completamente entregue de maneira que ela mesma pedisse pra ele fudê-la no rabinho. Nosso patrão vendo a intensidade do tesão de Julia começou a enfiar o dedo médio em seu cuzinho, ele chupava, cuspia na portinha deixando bem lubrificado, e começava a penetrar seu dedo bem lentamente para que ela não perdesse o tesão, depois repetia tudo novamente. Às vezes ele aproveitando que ela estava de quatro, posicionava atrás dela e socava seu cacete em sua xaninha, arrancando suspiro de prazer de minha mulherzinha, mas não bombava muitas vezes e já tirava, era só pra deixá-la ainda mais excitada, assim ele voltava para seu objetivo principal que era seu cuzinho.Esta seqüência que acabei de descrever, seu Alfredo fez repetidamente por um bom tempo, até que notei que ele já estava enfiando dois dedos no cuzinho dela sem ela reclamar, o patrão realmente era um mestre na arte de tirar um cabacinho do cu de uma mulher. Julia estava em êxtase, choramingava, rebolava e dizia constantemente que estava uma delícia, que era uma sensação incrível sentir dele língua lambendo seu cuzinho. Depois de uns 30 minutos, Julia já não agüentando de tanto tesão olhou para seu Alfredo e disse: “Eu sei que o senhor quer fuder o meu cuzinho, então fode de uma vez que não estou agüentando mais...” Ele sorrindo disse a ela: “Era isso que eu queria ouvir de você, só que você vai ter que agüentar, pois quando eu começar, não paro até estar com meu pau todinho dentro do seu rabinho...” Ela com cara de safada disse: “Eu vou agüentar meu macho, mas seja cuidadoso...”. Foi a primeira vez que ouvi minha esposa chamar nosso patrão de “Meu macho”. Eu já estava me sentindo um corninho muito manso vendo minha esposa se portando daquele jeito, mas tudo só estava acontecendo por que eu a incentivei, ela não teve nenhuma culpa apenas deixou rolar como eu havia dito.
Seu Alfredo levantou da cama, foi até a cadeira onde seu blazer estava pendurado, pegou um tubinho (que depois soube que se tratava de um tudo de KY gel lubrificante), untou bem o cuzinho de minha amada, lubrificou seu cacete e começou a esfregar a cabeça na entradinha do cuzinho dela pronto para iniciar o processo da penetração. Eu estava com muito tesão, meu pau latejava e até doía, eu queria me masturbar, mas não era possível se colocasse a mão em meu pau certamente gozaria, nunca em minha vida fiquei tão excitado daquele jeito, estava nervoso também, minha mulher nunca deu o cuzinho e eu nem imaginava que um dia isso aconteceria, mas ela estava ali de quatro com a bunda arrebitada, pronta para ser enrabada pelo nosso patrão, eu tinha medo dele machucá-la por essa razão estava apreensivo. Com as duas mãos Julia abriu as nádegas, seu Alfredo disse: “Isso menina, assim que eu gosto, logo você vai estar gozando com o meu pau todinho dentro de seu cu...” Ela dizia: “Vai de vagarzinho tá...”. Ele então começou a penetrá-la lentamente e com muito cuidado aquele cacetão ia sendo introduzido no rabinho de minha esposinha que toda hora dizia; “Devagar, ta doendo, vai de vagar seu Alfredo...”. Às vezes ele tirava o pau e passava mais “KY” e voltava a penetrá-la. Dava pra ver que a metade do cacete já estava dentro, assim ele bombava lentamente para o cuzinho ir acostumando com a espessura de seu pau, depois de um tempinho ele tirou seu pau, passou mais um pouco de lubrificante e disse a ela: “se prepara que agora vou enfiá-lo todinho tá...” e com uma só estocada ele penetrou todo seu mastro dentro do cu de minha amada que deu um grito agarrando no lençol com as duas mãos fazendo uma cara de choro. Choramingando ela pediu para que ele parasse que ficasse sem se mexer, pois estava doendo.
Dava para ver as lágrimas escorrer pelo rosto de Julia, ela estava sentindo dor naquele momento, mas pediu para ele não tirar o pau quando seu Alfredo fez menção de sair de dentro dela, ela disse que queria que ele continuasse, mas que deveria esperar um pouco até que a dor diminuísse e assim ele fez, ficou paradinho com o pau atolado no cu de minha esposa apenas acariciando sua bundinha. Naquele momento meu pau chegou a amolecer, fiquei muito preocupado e com pena dela, mas pensei: “se ela não quisesse continuar era só parar, então percebi que ela realmente queria dar a bundinha...” desta maneira me acalmei. Depois de um tempo parados seu Alfredo começa fazer o movimento característico de vai e vem, porém de uma maneira bem lenta, e sempre perguntando a ela se ainda estava doendo muito, ela apenas respondia: “Um pouquinho...” . Ele também perguntava: “Quer que eu tire...?” Ela respondia com uma voz manhosa dizendo: “Não, continua meu cuzinho vai acostumar com seu pau...”. Fiquei feliz ouvindo aquelas palavras, pois se o cuzinho dela acostumasse com o pau dele, isso queria dizer que eu também poderia comer o rabinho dela, coisa que até então estava fora de cogitação.
Não demorou muito e nosso patrão já estava socando seu cacete com um movimento mais rápido, notei que Julia não sentia mais dor, pois ela já dava umas reboladas, vendo isso nosso patrão começou a socar com mais força. Julia sempre teve um comportamento normal durante nossas transas, eu sempre pedia para ela se soltar um pouco, mas ela nunca atendeu meu pedido, agora eu estava vendo uma mulher completamente mudada, precisou ela transar com outro homem para deixar fluir o seu lado puta que há muito tempo estava reprimido dentro de si, digo isso pois passado algum tempo ela começou a dizer: “Fode meu cu seu Alfredo, não era isso que o senhor queria, agora fode com força vai...” o cuzinho dela realmente estava laceado, ela se portava como puta e continuava dizendo: “Seu safado, me seduziu até comer meu cuzinho né, um lugar que meu marido nunca nem sequer tocou você está fudendo, por isso esse cuzinho vai ser seu todas as vezes que quiser, você vai ser meu macho e eu vou ser sua puta ....”. Ouvindo aquelas palavras saindo da boca de minha esposa para outro homem me deixou louco de tesão, não agüentei mais e comecei a me masturbar, pois até o momento não podia se quer colocar a mão no pau de tanta excitação e não demorou nada jatos de porra começaram a esguichar na parede de nossa casa, eu queria agüentar até eles gozarem mas não foi possível. Nosso patrão ouvindo o que Julia disse respondeu: “Isso mesmo menina a partir de hoje você vai ser minha puta, minha amante e vou fudê-la sempre que quiser...”. Julia gemia e dizia: “Nossa! não sabia que é tão gostoso dar o cuzinho, me fode meu macho, me faz gozar...” dizendo isso ela colocou a mão na xaninha e começou a se masturbar, se Alfredo aumentou o ritmo do movimento e dizia: “Arrebita bem essa bunda pra eu fuder gosto seu cu minha puta...” Minha amada começou a gritar, aquele grito eu já conhecia de muito tempo, ela estava gozando, nosso patrão com suor escorrendo sobre seu peito, com as mão agarradas na cintura de Julia, fechou os olhos deu um urro e violentamente socando no cu de minha mulherzinha também começou a gozar, foi incrível como ele demorou tanto tempo gozando, parecia que não ia acabar nunca.
Seu Alfredo tirou o pau do cuzinho de Julia completamente lambuzado de porra e novamente completamente desgastados os dois caíram desfalecidos na cama. Confesso que só de escrever sobre essa cena aqui neste conto fico muito excitado. Minhas pernas estava bambas, meu coração acelerado, me sentia corno, mas estava feliz, sabia que daquele momento em diante teria uma nova mulher, que iria me proporcionar muito prazer.Muitas coisas ainda iria acontecer depois desse dia, muitas surpresas seria revelado para mim através do novo comportamento de minha esposinha. Aguardem e garanto que ficaram muito excitados com a nossa história.
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 9


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 9 Depois que o dois gozaram, ficaram por uns 15 minutos deitados conversando, nosso patrão estava deitado de costa, Julia aproximou-se dele deu um beijo em sua boca e deitou-se entre as suas pernas ficando também de costas, ele logo esticou a mão e direcionou para a xaninha de minha mulher e ficou alisando, Julia com uma das mãos alcançou o pau dele e ficou masturbando bem suavemente.Seu Alfredo voltou a perguntar a ela se eu realmente voltaria mais tarde se não haveria problema dele ficar um pouco mais, para tranqüilizá-lo minha esposa disse a ele que eu ligaria antes de voltar, pois iria passar no mercado e que eu sempre esquecia o que tinha para comprar e era costume ligar para ela a fim de confirmar se havia comprado tudo que precisasse, é claro que aquilo era invenção dela eu nunca tinha feito isso. Eu já estava ficando excitado novamente vendo aquele homem maduro deitado em minha cama deslizando seu dedo entre os lábios vaginais de minha amada, tirei meu pau para fora da calça novamente e fiquei alisando ele.De vez enquanto seu Alfredo tirava o dedo da xaninha de Julia e levava até sua boca, ela por sua vez lambia e se deliciava com o seu próprio néctar. Realmente eu estava vendo uma mulher completamente transformada, eu nunca pensei em fazer o que nosso patrão estava fazendo com ela, na minha cabeça ela jamais aceitaria a fazer tais coisas, mas eu estava redondamente enganado, o desempenho dela na cama estava condicionado ao meu, como eu nunca quis fazê-la se sentir uma putinha e também nunca a incentivei, ela permaneceu fachada comigo com relação ao sexo, fazendo apenas o trivial (comum), desta maneira quando Julia encontrou um homem que a dominasse e exigisse dela um pouco mais de seu habitual, ela simplesmente aceitou e se entregou aos desejos e capricho de seu macho, que no fundo acho que era o que ela realmente queria.
Os dois ficaram se alisando por um bom tempo, trocavam poucas palavras passavam a maior parte do tempo se beijando, eu devia estar com ciúmes, mas não estava não conseguia entender o meu comportamento, é claro que eu amava minha esposa e não queria perdê-la, mas sentia um prazer enorme em vê-la ali com nosso patrão em nossa cama transando como fossem dois namorados. O cacete de se Alfredo já estava duro novamente, Julia também estava excitada, pois já rebolada enquanto o dedo dele deslizava entre os lábios de sua xaninha. Com os olhos fechados e já bem excitada ela sussurrou para ele dizendo: “Eu quero ser sua putinha, seu Alfredo...”, ele repondia: “Você já é minha putinha, e vai continuar sendo minha amante, só não sei por quanto tempo vamos conseguir esconder isso de seu marido...”, Julia indagou: “Nós podíamos contar a ele...” – “Você ta maluca respondeu nosso patrão, isso estragaria tudo e daria a maior confusão sem falar que o meu casamento iria para o espaço...” Minha esposa disse a ele: “Calma meu macho gostoso, eu conheço o Rui e sei como lidar com ele...”, seu Alfredo perguntou a ela: “Você acha que ele aceitaria tal coisa...?”, ela então replicou: “Ele gosta muito do senhor e ultimamente vem com umas conversas que tem uma fantasia de me ver transando com outro homem...”, a partir deste momento nosso patrão passou a se interessar mais pela conversa e perguntou a ela se o que ela estava falando era verdade, Julia respondeu que sim e que iria começar a tocar no assunto.Aquela conversa aumentou mais o tesão de seu Alfredo, ele a puxou para cima dele e disse: “Venha aqui minha putinha, quero te fuder de novo...” ela rapidamente obedeceu ao seu pedido, posicionou o cacete dele na entrada da xaninha e sentou sobre ele fazendo desaparecer todo aquele pintão dentro dela e como uma puta dizia: “Então fode, fode bem gostoso sua putinha meu macho...aaaaiiii, como é gostoso esse pinto, fode com força sua puta vai...”. Julia estava delirando, ela rebolava muito no pau dele e com uma voz de choro dizia palavras tais como: “Meu maridinho vai adorar ser meu corninho, ele vai gostar de saber que eu tenho um macho pauzudo...” dizendo essas palavras ela começou a gritar e a gozar, “Hummmm....nossaaaaaa... que gostooooso..” dizia ela enquanto gozava, com as mãos em sua cintura ele a levantava pra cima e a empurrava de encontro ao seu pau, de modo que ela sentisse lá no útero as estocadas que ele dava a fim de proporcionar a ela um gozo gostoso. Eu podia ver claramente aquele pintão entrar e sair da bucetinha de minha esposa, nesta hora eu já não agüentava de tanto tesão e já me masturbava alucinado vendo aquela cena. Quando minha esposinha acabou de gozar, ela deitou sobre o peito de nosso patrão, dava pra ver como ela respirava de maneira ofegante, estava exausta e extasiada de tanto gozar, porém seu Alfredo não havia gozado ainda, ficava passando as mãos em sua bundinha e socando o pau na xaninha dela bem lentamente, enquanto ela dizia: “Ai que gostoso, que gozada maravilhosa...”.Quando ela já estava reabilitada da gozada ele disse: “Agora minha putinha eu quero gozar, mas quero gozar de uma maneira diferente e você vai proporcionar isso para mim...” ela respondeu: “Claro, qualquer coisa que você quiser...”. Ele então se levantou ficando em pé na cama, pediu para que ela ficasse de joelhos e chupasse seu pau. Ela já sabia o que ele queria, e eu também, o safado iria gozar na boca dela, coisa que ela jamais permitira que eu fizesse, ela estava gostando de fazer coisas que sempre foi contra, seu Alfredo realmente conseguiu transformar minha recatada esposinha em uma verdadeira putinha e isso era muito bom, pois eu iria aproveitar muito desta mudança daquele momento em diante.
Julia então começou a chupar o pau de nosso patrão, com muita agilidade e agora se portando como uma putinha exemplar ela engolia, lambia, enfiava o máximo que podia na boca aquele pinto rosado e cumprido e passava a língua embaixo dos grãos dele. As vezes ela parava um pouco de chupar e enquanto o masturbava, olhava pra ele com uma cara de safadinha e perguntava: “Ta gostando?.... quer gozar na minha boca quer...?” e voltava a chupar, fez isso varias vezes até que ele não agüentando mais, tirou o pau da boca dela continuou masturbando e disse: “Abra a boquinha menina, que vou gozar dentro dela e quero que você engula toda minha porra...”, ela obedecendo abriu bem a boca e não demorou seu Alfredo deu um urro, “Hummmmmm...” e começou a esguichar jatos de porra dentro da boquinha dela, era incrível ver aquilo a boquinha da minha mulher sendo inundada de esperma de outro homem. Foram quatro ou cinco jatos de porra até que ficou apenas saindo um pouquinho na cabeça, Julia permaneceu com a boca aberta e cheia de porra, nosso patrão com a respiração acelerada e olhando para ela disse: “Agora engula tudo minha putinha, quero que você acostume com o sabor de minha porra, pois vou gozar muito nesta boquinha..”, ela fechou os olhos e fazendo uma careta engoliu todo aquele esperma, vendo que ela fez uma força enorme para engolir ele falou; “Logo você vai estar bem acostumada a engolir minha porra é questão te tempo...”. Julia ainda de quatro pegou o cacete dele lambeu o restante da porra que ainda estava na cabeça, deu um beijo e disse: “O senhor está me ensinando a fazer coisas que eu jamais pensei em fazer com homem algum, nem com o Rui...”, ele disse a ela que iria ensinar muitas outras coisas ainda.Finalmente depois de descansar um pouco seu Alfredo disse que iria embora, Julia foi se levantar para se vestir, mas ele disse para ela ficar deitada, pois era assim que ele queria deixá-la, rapidamente eu voltei para o quartinho das ferramentas e esperei ele sair. Logo que ele foi embora fui até o quarto onde minha esposa ainda continuava deitada completamente nua. Deitei ao lado dela, com uma cara de safadinha ela perguntou se eu havia gostado, respondi que tinha adorado, ela me abraçou e disse: “Então me beija que ainda estou com o gosto da porra dele em minha boca...” e assim eu fiz e realmente não só o gosto, mas seus lábios ainda continham um restinho de esperma de nosso patrão, sem vergonha ou preconceito eu a beijei intensamente, lambendo e sugando seus lábios carnudos com gosto de porra de outro homem. Eu estava com tesão, mas já havia batido três punhetas vendo os transar, que meu pau não endurecia, ela sabendo o que eu queria disse: “ Calma meu corninho, de agora em diante você vai fazer tudo que nosso patrão fez comigo, mas tem que me prometer que vai deixar eu transar com ele sempre que eu quiser...”, todo eufórico respondi que sim, que ela podia ser amante dele, desde que eu sempre estivesse perto para assistir, com um sorriso de satisfação no rosto ela concordou e respondeu: “Claro meu corninho, você sempre vai estar assistindo quando eu estiver dando para meu novo macho...”. Com aquelas palavras saindo da boca da minha esposa acabei confirmando minha condição de corno manso e que dividir Julia com o nosso patrão, seria uma nova fase de minha vida e aceitar naturalmente que seu Alfredo tornasse o amante de minha mulher daquele dia em diante sem restrição.
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 10


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 10 O restante daquele dia eu passei pensando no acontecido e com a imagem da minha linda esposinha sendo possuída tão maravilhosamente pelo nosso patrão, o que para a maioria dos homens poderia ser o fim de um relacionamento e até mesmo o acontecimento de uma tragédia, para mim era completamente ao contrário, eu sentia prazer e tesão em participar da cumplicidade com minha esposa, e estava feliz por sentir assim. Durante o dia sempre que podia eu ia até Julia que estava ocupada com os afazeres domésticos e a beijava, dizia o quanto a amava, passava a mão na xaninha
dela por cima do vestido e perguntava:- “Tá dodoizinha a xaninha, tá putinha safada...?”, ela respondia que apenas um pouquinho então me abraçava, me beijava e perguntava: “Você tá adorando ser meu corninho né...?” eu respondia sorrindo e com cara de safadeza:- “Tô sim safadinha, to adorando ser seu corno e vamos apimentar mais ainda essa relação com seu Alfredo, é só aparecer uma oportunidade...”. Julia falou:- “ Eu iria adorar transar com ele tendo você ao meu ladinho assistindo tudo bem de perto...”.Quando fomos transar a noite, eu estava a mil, meu tesão parecia ter aumentado 10 vezes mais do que antes, era impressionante como o fato de me sentir corno manso estava me fazendo tão bem, se eu soubesse que era tão bom, a teria incentivado transar com outro homem há muito tempo. Depois que Julia chupou deliciosamente meu pau, ela sentou sobre ele e começou a cavalgar. Tomado por uma grande excitação eu pedi a ela imaginar que estava transando com o nosso patrão e falar o nome dele para eu me sentir corno, assim ela fez, minha esposinha vendo o meu tesão e sabendo o que eu queria sentir, então caprichou e dizia: “Me fode seu Alfredo, me fode gostoso vai, mostra para meu corninho como se fode uma mulher, soca esse cacete na minha bucetinha com força vai, faz de mim sua vadia, eu quero me sentir uma puta no seu pau” e continuou: “Fode gostoso minha xaninha pro meu maridinho corno ver fode, ele adora me ver dando pra outro macho, ele quer ver minha bucetinha cheia de porra, me fooooodee seu Alfredo” , tanto era o meu tesão e ouvindo aquelas palavras que tinha que pedir para ela parar de falar e parar de rebolar no meu pau para não gozar.
Julia parou de rebolar, ficou olhando pra mim por um instante, vendo minha cara de excitação falou: “Quer saber... agora vou te castigar...” dizendo isso saiu de cima de mim, deitou ao meu lado, pegou no meu pau e com a boca encostada em meu ouvido enquanto me masturbava lentamente dizia: “ Agora sou amante e puta de seu Alfredo, vou chupar o pau dele, dar a xaninha e o cuzinho todas as vezes que ele quiser e todas az vezes que ele gozar na minha boca, na xaninha ou no cuzinho, vou trazer um pouco de porra pra você lamber e você vai ter que acostumar com a porra dele assim como eu já acostumei”. Com os olhos fechados enquanto ela dizia tais palavras não agüentei mais e comecei a gozar, enquanto eu gemia e urrava em gozo ela dizia: “Goza, goza meu corninho, goza gostoso corno safado...” aquelas últimas palavras foram um incentivo a mais e gozei abundantemente sobre minha barriga.
Quando terminei de gozar, Julia desceu a cabeça até meu pau lambeu o restante da porra que saía e em seguida lambeu tudo o esperma da minha barriga e para minha surpresa veio até mim, pôs a mão em minha boca, tipo forçando para eu abri-la e quando já estava aberta derramou toda a porra que estava em sua boca na minha, pensei em jogar fora, mas ela não deu tempo me beijou e forçou para que eu engolisse tudo, e continuou me beijando e falando: “Meu corninho tem que se acostumar com o gosto de porra, pois vai lamber muita porra ainda...”. como ela havia ordenado eu engoli cada gota da minha própria porra e para ser sincero não foi tão difícil assim. Ela ainda não havia gozado eu disse se ela gostaria de gozar que eu ia chupar sua bucetinha, ela respondeu dizendo: “Não se preocupe comigo meu corninho, eu já gozei muito no cacete de nosso patrão hoje, esta noite quero que você goze bastante...” e assim foi. Naquela noite transamos mais umas duas vezes e finalmente comi o cuzinho dela, coisa que nunca havia feito, mas sempre ela imaginando que transava com o patrão.Para que está acompanhado o conto desde a primeira parte lembram-se da surpresa que seu Alfredo disse que tinha para nós narrado na “Parte 06” deste conto? Pois então, no dia seguinte apareceu um caminhão de entrega com uma televisão de 37 polegadas endereçada a nós essa era a surpresa que ele havia se referido, ficamos muito felizes com o presente e a bondade de nosso patrão, mas também pudera do jeito que minha esposa estava o tratando e como eu estava sendo cúmplice, qualquer patrão faria isso, ainda mais em se tratando de uma mulher gostosa como a minha, não víamos por este lado, pois teríamos feito a mesma coisa mesmo que ele não tivesse dado nada para nós desde que chegamos, nós apenas ficávamos felizes e gratos ao seu Alfredo por ele estar nos proporcionando um maior conforto em nossas vidas, o que nos incentivava ainda mais a tratá-lo muito bem (e põe bem nisso..rssss).No final de semana como sempre seu Alfredo e dona Laura apareceram, nosso patrão veio logo perguntando se nós tínhamos gostado da TV, respondemos que sim que foi muita bondade da parte dele em nos presentear com a TV. Dona Laura tomou a frente da conversa e disse que vários casais haviam trabalhado para eles como caseiros, mas que nenhum deles havia sido tão bom como nós e seu marido nos elogiava muito e gostava muito de nós, por essa razão queriam que nós tivéssemos o melhor conforto possível e que já nos considerava parte da família, eu pensei comigo: “Então tá havendo um incesto aí...” muito discretamente olhei para Julia e fiz um ar de riso. Dona Laura abraçou minha esposa e disse: “Venha cá menina, vamos me ajudar com as coisas la na cozinha...” (como disse eles pegaram um costume de tratá-la de menina) Embora nosso patrão tivesse bastante dinheiro e dona Laura não precisasse se incomodar com a cozinha, ela gostava de cozinhar, o que para ela era um tipo de hobby, mas que colocava em prática apenas quando estavam na casa de praia.A tarde seu Alfredo disse que iria caminhar na praia e me convidou para fazer companhia a ele, claro que aceitei, primeiro que eu gostava de caminha na praia, segundo por ser um pedido do patrão e por fim porque eu queria ter uma oportunidade para revelar a ele que eu sabia do caso dele com Julia. Durante a caminhada vários assuntos foram abordados, eu queria falar sobre ele e Julia, mas não surgia uma oportunidade até que me lembrei da última conversa que tivemos sobre o relacionamento dele com dona Laura, assim resolvi perguntar como eles estavam se tinha melhorado, ou continuava na mesma, ele respondeu que as coisas estavam tomando um rumo melhor, dizendo isso ele perguntou se eu e minha esposa estávamos felizes morando ali na casa de praia, respondi que sim estávamos muito felizes e que aquela era a melhor fase de nossas vidas que éramos muito bem tratados tanto por ele quanto por dona Laura, ele disse que sua esposa gostava muito de Julia e que me achava um bom homem que finalmente eles tinha acertado em contratar um bom casal para trabalhar para eles e cuidar da casa da praia. Aproveitando essa conversa eu disse a ele que deveríamos tomar muito cuidado para que tudo continuasse bem do jeito que estava, sem entender ele olhou para mim e perguntou: “Como assim Rui, não entendi essa sua colocação...” aí foi a minha deixa e falei: “Sabe de uma coisa seu Alfredo, eu sei de tudo que está acontecendo entre Julia e o senhor...” Espantado ele me olhou fixamente sem saber o que dizer, passou a mão sobre a cabeça ficou um tempo calado e indagou: “Como assim eu e a Julia...” eu disse: “Das transas que vocês andam tendo e não precisa tentar esconder que eu assisti todas as vezes que vocês transaram...” Ele perguntou: “Desde quando você sabe Rui...?”, respondi: “Desde a primeira vez que transou com ela em seu quarto...”, Ele ficou parado sem saber o que falar olhando ao mar e fez uma pergunta: “ O que você vai fazer com relação a isso, qual é o seu pensamento...?” – Respondi que nós deveríamos conversar melhor a respeito, afinal de contas estávamos falando de um comportamento não aceito pela maioria dos casais e se não tratado com o devido cuidado, poderia trazer danos tanto para família dele quanto a minha, ele me convidou para irmos a daqueles barzinhos que fica na orla da praia dizendo: “Vamos tomar alguma coisa enquanto conversamos...”. Pedimos ao garçom duas latas de cerveja e começamos a conversar, ele disse que estava muito nervoso e apavorado com que aquilo pudesse causar em sua vida, que não havia pensado nas conseqüências que sua atitude poderia causar e sim só na realização da fantasia de transar com minha mulher, que o tesão por ela o levou a fazer o que fez, eu disse a ele para ficar tranqüilo que se quisesse fazer alguma coisa a respeito já o tinha feito, mas que não era o caso, disse que nem eu em Julia éramos pessoas de causar barraco (confusão), que tudo estava sob controle. Seu Alfredo ainda assustado perguntou: “Mas como nós vamos resolver isso Rui, você deve estar puto da vida comigo por estar transando com sua mulher né...?”. Olhei para ele, balancei a cabeça num sinal de afirmativo e respondi: “Deveria estar, mas não estou...” e continuei dizendo que tudo aconteceu apenas porque eu permiti e fui conivente com a situação caso contrário Julia não teria transado com ele, que fiquei enciumado apenas na primeira vez que ele começou a seduzi-la quando foram ao mercado um tempo atrás. Ele arregalou os olhos e perguntou: “Julia te contou o que aconteceu...?” respondi a ele que ela nunca escondeu nada de mim que era uma das suas maiores virtudes “ser honesta comigo”, ele pegou em minha mão e disse: “Puxa vida Rui, vocês dois formam um casal fantástico mesmo...”. Seu Alfredo disse: “Já que nós estávamos conversando abertamente quero te perguntar uma coisa, e continuou... Julia disse que você estava com umas idéias de vê-la transando com outro homem, isso é verdade...?”, respondi que sim, e por essa razão é que havia permitido que ela transasse com ele, coisa que ela não queria fazer no princípio, mas que devido ao meu incentivo e cumplicidade ela acabou fazendo.Seu Alfredo deu uma respirada fundo, tomou um gole de cerveja e disse: “Nossa!! você não sabe como estou aliviado, primeiro nunca imaginei que um dia você viesse a descobrir e muito menos que concordaria e não faria nenhum alarde caso descobrisse...”, e continuou dizendo que vários casais já haviam trabalhado para ele como caseiro e que nunca se interessou por nenhuma das mulheres que ali moraram que isso nem passava pela sua cabeça, visto que era um homem de respeito, apesar de nenhuma delas chegarem aos pés de Julia no que se refere a beleza tanto de rosto quanto de corpo, que pra ele Julia mais parecia um anjo que mulher, e pelo fato dele estar passando por um momento difícil no relacionamento com sua esposa, acabou cedendo às tentações e tentado seduzir minha esposa, no que foi bem sucedido é claro com minha ajuda acrescentou. Depois de uns vinte minutos apenas bebendo e olhando em direção ao mar o silêncio foi quebrado quando ele perguntou: “Rui como vai ser de agora em diante, você quer que eu pare com isso haja vista que você já realizou sua fantasia de vê-la transando com outro? se essa for a sua vontade eu nunca mais me aproximo Julia e prometo que vou continuar tratando vocês tão bem quanto antes, e prometo mais, que não vou despedi-los de maneira alguma e vamos continuar como uma família assim como Laura comentou...”. Respondi a ele o seguinte: “Eu quero que vocês continuem transando, porque eu confesso que isso me dá prazer, sinto muito tesão quando ela está transando com o senhor, porém tenho umas exigências a fazer...” - “e quais seriam...?”, perguntou ele.Então comecei a falar das minhas exigências: - Quero que isso seja um segredo nosso, que em hipótese alguma alguém poderia ficar sabendo do relacionamento dele com Julia, que todas as vezes que fossem transar deveria ser planejado com antecedência para não haver risco de alguém ver ou ficar sabendo, e quero estar junto todas as vezes que transarem, não quero que haja nenhum tipo de sentimento emocional neste relacionamento, apenas tesão, muito tesão entre os dois, quero que a trate com bastante carinho quando for fudê-la, neste momento ele me interrompeu dizendo: “Mas as vezes ela gosta que eu a foda com certa violência...”, respondi sorrindo: “Neste caso se ela está gostando, pode castigá-la e judiar dela, desde que não a machuque é claro, quero que ela seja sua amante e que seja tratada como tal...”. Nessas alturas ele já estava bastante aliviado, olhou fixamente para mim, colocou sua mão sobre a minha e disse: “Vamos nos tornar um triângulo amoroso fantástico, prometo a você, sempre vou tratá-los com todo carinho e respeito como sempre fiz e vocês terão uma vida maravilhosa conosco...”.Perguntei a ele quando ele podia nos fazer uma visita a sós, para que pudéssemos falar de nosso acordo para Julia (a verdade era que eu tava louco para vê-los transar), seu Alfredo disse que naquela noite sua esposa (dona Laura) iria a um jantar beneficente (coisa de rico rsss...) e que ele simularia uma dor de cabeça para não acompanhá-la assim poderia ir até nossa casa para “conversarmos” se é que estão entendendo. E assim ficou trado voltamos para casa, contei tudo para Julia que ficou eufórica com nossa conversa, ela me abraçou, deu um beijo e disse: “Então hoje o meu corninho vai ver bem de pertinho sua esposinha fuder com outro macho....”, eu a beijei e falei: “Hummm, não vejo a hora...”
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 11


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 11 Ao anoitecer ouvimos um carro deixando a casa, provavelmente era dona Laura que havia saído para o jantar, saí para fora a fim de conferir e vi seu Alfredo na sacada de sua casa sentado na cadeira olhando em direção ao mar,quando me viu fez um sinal que já viria, voltei para dentro e disse sorrindo para Julia: “Vai se preparar que seu macho disse que já vem pra te fuder...” ela me beijou e falou: “Aiii que gostoso, adoro aquele cacetão...” e foi ao quarto se trocar ela colocou um vestidinho bem curto e solto que é amarrado em volta do pescoço o que facilita bastante a liberação dos seios, ela chegou até mim e perguntou se estava bem daquele jeito, respondi que sim, ela então pegou minha mão e a conduziu por baixo do vestido, foi aí que constatei que ela estava sem calcinha, perguntei a ela: “Veio pronta para a guerra heim...?” ela respondeu: “Estou prontinha pra fuder com ele gostoso...”. Estávamos vendo o jornal quando seu Alfredo apareceu, senti um frio na barriga não sabia como iríamos agir, ele entrou sentou no sofá menor e Julia que estava na cozinha perguntou se ele queria algo para beber, ele pediu uma cerveja, Julia veio com três latinha entregou uma a ele e quando foi entregar a uma para mim propositalmente ela abaixou-se pra me dar um beijo, de maneira que seu vestido que era curto levantou e claramente era possível ver a bundinha dela de onde nosso patrão estava.Julia sentou-se ao meu lado e ficamos conversando, mas um certo nervosismo que não esperávamos tomou conta de nós e a conversa não fluía para o rumo que esperávamos, talvez pelo fato de minha presença no mesmo ambiente é que estaria dificultando um pouco, eles já haviam transado, mas não comigo ao lado seu Alfredo não estava se sentindo a vontade, assim como nós ele nunca devia ter passado por tal situação e o nervosismo era uma coisa normal, Julia notou que a cerveja de nosso patrão havia acabado e foi a te a cozinha para buscar outra, então tive uma idéia, fui atrás dela até a cozinha e quando cheguei ela ainda esta abrindo a geladeira, eu a abracei por trás e perguntei: “Tá doidinha pra dar a xaninha pra ele né safadinha...”, Julia pegou a minha mão levou até sua bucetinha e disse: “Você nem imagina como, veja como ela já ta toda molhadinha só de pensar que daqui a pouco vou estar com aquele cacetão me arrombando...”Naquele momento me enchi de tesão e falei: “Quero me sentir um corninho bem manso o hoje, tá...” ela disse: “Você já é meu corninho e eu vou te deixar cada vez mais manso...” dei um beijo nela, chupei o meu dedo que estava lambuzado com o mel de sua xotinha e disse que nosso patrão estava meio envergonhado por causa da minha presença e que a minha idéia era a seguinte: eu diria que iria desligar o motor da piscina e demoraria um pouquinho e quando voltasse queria vê-la mamando nele. Julia sorrindo com carinha de safada disse: “Você ta ficando cada vez mais safado heim meu corninho, vai lá então e deixa o resto comigo..” voltei para sala e disse ao seu Alfredo o que ia fazer e que logo retornaria e saí. Depois que desliguei o motor da piscina fiquei enrolando do lado de fora da casa dando um tempo para minha esposa quebrar o gelo la dentro com nosso patrão.
Quando retornei para casa deparei com uma cena maravilhosa, Julia já estava completamente nua abaixada com as pernas abertas chupando o pau de seu Alfredo que estava em pé sem sua bermuda com uma das pernas apoiada no sofá, quando chequei meu patrão olhou para mim e deu apenas um sorriso eu retribuí o sorriso e fiquei parado na porta apenas observando os dois. Julia engolia com volúpia aquele pinto enorme (Não era tão grande assim, mas era maior que o meu um pouco), mas ela disse que adorava aquele cacete e por isso o sugava com tanto gosto. Meu pau já estava duro eu abaixei minha bermuda e fiquei me masturbando enquanto admirava os dois logo ali na minha frente, Julia fazia força a fim de colocar todo o pinto dele na boca, mas ela não conseguia era muito grande pra caber em sua garganta e por causa destas tentativas ela chegava a babar e seus olhos enchiam de lágrimas, seu Alfredo agora com os olhos fechados apenas gemia, o tesão dele estava aumentando dava para perceber claramente, de vez enquanto Julia olhava para mim e fazia uma cara de puta para me provocar ela lambia toda extensão do cacete dele passava a língua nos grãos subia até a cabeça e depois engolia o máximo que podia sempre olhando para mim. Seu Alfredo com as duas mãos a segurou pela cabeça e começou a meter na boquinha dela, socava o pau até o fundo de sua garganta e segurava até ela não agüentar mais depois tirava e com isso ela babava ainda mais, era um espetáculo de visão eu estava morrendo de tesão vendo minha esposinha se portar como uma verdadeira puta com outro homem.
Nessas alturas nós todos já estávamos completamente nu, não agüentando de tanto tesão me aproximei de Julia e abaixei próximo a ela e enquanto ela chupava eu alisava seu corpo, seios e xaninha, agora estava ali bem pertinho sentia o cheiro de sexo, via como ela de deliciava no cacete de nosso patrão, conforme aquele líquido de pré-gozo saia do pinto dele ela lambia sugava e dizia: “Hummm que gostoso, quero mais, me dá mais disso...”, bem pertinho do rosto dela eu perguntei: “Tá gostoso amor, você ta curtindo o pau dele, ta...?”, ela tirou o pau dele da boca, me deu um beijo bem demorado e perguntou: “Sentiu o gosto do cacete dele, ta vendo como é gostoso...” sem pudor nenhum eu respondi que sim, o tesão era tanto que não ligava pra mais nada, queria apenas curtir ao máximo aquele momento e assim ficamos, ela chupava ele um pouco e depois beijava minha boca, até que seu Alfredo não agüentando mais disse: “É bom da uma paradinha se não vou gozar e eu quero fuder você para o Rui assistir...”. Ouvindo aquelas palavras de meu patrão senti certa humilhação, mas acho que era aquilo que eu estava tão a fim de sentir, pois me deu um tesão tão grande que instintivamente disse a ele: “Isso seu Alfredo fode ela bem gotoso para eu ver...”.
Seu Alfredo sentindo-se bem à vontade nessas alturas, sentou-se no sofá segurou o pau apontado para cima falou: “Venha cá putinha, cavalga gostoso para seu maridinho curtir a fantasia dele...”. Julia montou sobre ele pegou seu pau esfregou na porta da xaninha e foi descendo lentamente, minha esposa tem a xaninha apertadinha e sempre na primeira penetração ela sofre um pouco, por essa razão ela gemendo e choramingando foi introduzindo até aquele pinto enorme sumiu completamente dentro dela, sentei me em outro sofá e fiquei observando os dois fuderem. Julia rebolava, subia e descia no pau dele, às vezes ela sentava com força pra sentir o pinto entrar até chegar ao seu útero, alucinado com aquela visão eu apenas me masturbava enquanto ela olhava para mim com e choramingando dizia: “Aiiiii amor como é gostoso sentir esse me arrombando..” e continuava dizendo: “ Você ta vendo o pau dele me arrombar, tá amor...”, é claro que eu podia ver o pau dele estufando a bucetinha dela e com a ajuda de seu Alfredo que com as duas mãos arregaçava bem as nádegas delas, proporcionava uma visão privilegiada para mim.
Julia gemendo me chamou dizendo: “Vem aqui meu corninho, fica aqui pertinho de mim que você vai fazer uma coisinha enquanto eu meto com ele...”, sem saber qual seria sua intenção, sentei ao lado dos dois ela imediatamente veio me beijar e disse no meu ouvido: “Lembra que você disse que queria ser um corninho manso? pois vou começar a te amansar agora...”, e continuou dizendo: “ Quero que você chupe meu grelinho enquanto ele me fode tá...”, dizendo isso ela levantou-se, virou ao contrário e quando ela ia sentar no pau dele novamente eu disse: “Espera um pouco deixa eu ajudar...”, seu Alfredo segurando o pau para cima eu abri os lábios vaginais de minha esposa e ela foi sentando até sumir aquela tora de novo dentro dela, os dois abriram bem as pernas de maneira que eu pudesse entrar no meio e chegar bem pertinho da bucetinha dela, fiquei parado por um momento apenas assistindo o pau de meu patrão entrar e sair da xaninha dela, tanto era o tesão de Julia que escorria um líquido pela base do pau dele, e como eu estava com o nariz bem pertinho podia sentir o odor do sexo dos dois.
Não me contive por mais tempo, pois já estava com água na boca, então comecei a passar a língua de leve no grelinho dela tentando evitar a tocar no pau de seu Alfredo, mas era quase impossível isso acontecer devido à proximidade e os movimentos que eles faziam e para que pudesse proporcionar prazer para minha amada esposa não poderia me importar com a presença do pau dele ali, mesmo que às vezes eu o sentisse esfregar em meu queixo ou na minha língua. Julia foi a loucura ela procurava ficar quietinha para que eu pudesse chupar melhor, apenas o patrão fazia o movimento, até que não sei se foi porque ele tirou muito da xaninha ou foi de propósito, mas o pau dele saiu para fora batendo no meu rosto.
Julia olhou para mim com cara de safada e disse: “Ai amor saiu, coloca ele pra mim vai...”, mesmo tomado pelo tesão eu resisti por um instante, nunca pensei que ia chegar a esse ponto, ser corno era parte dos meus planos, mas pegar no cacete de seu Alfredo estava fora de minhas pretensões, porém me lembrei do que disse a ela quando estávamos na cozinha onde falei que queria ser um corninho manso, Julia estava apenas atendendo o meu pedido e me amansando como já dissera antes, desta forma atendi o pedido dela, peguei aquele cacete roliço todo lambuzado pelo néctar da bucetinha da minha esposa arregacei e o conduzi de volta para dentro da xaninha dela e continuei chupando e colocando o pau pra dentro todas as vezes que saía pra fora.
Cansada de ficar naquela posição, minha esposa levantou e ficou de quatro no sofá, seu Alfredo com o pau duro como rocha pincelou a xaninha com sua vara e penetrou de uma só vez, fazendo Julia soltar um gritinho. Eu queria continuar vendo bem de pertinho, então entrei por debaixo dela onde eu podia ver a rola de nosso patrão estufar aquela bucetinha rosadinha, meu pau ficou ao alcance de Julia, pois estávamos em uma posição 69, ela o pegou masturbou um pouquinho e começou a chupar enquanto isso seu Alfredo bombava com certa violência aquela xotinha. Como eu estava com muito tesão, segurava a cabeça de Julia impedindo que ela continuasse chupando para eu não gozar, ela então tirava o meu pau da boca e gemendo dizia: “Me fode seu Alfredo, me fode com força, mostra para o meu corninho como você fode gostoso...”. Embora eu e Julia estivéssemos em uma posição 69, ela não facilitava para eu chupar sua xaninha, pelo contrário, ela arrebitava a bundinha para que o pau de nosso patrão a penetrasse por completo, proporcionando a ela um maior prazer, eu até conseguia alcançar a xaninha dela com minha língua, mas os grãos dele batiam em minha testa e seu pau esfregava em meu nariz, mas eu já não sentia nenhum constrangimento com aquilo, o tesão tinha tomado conta de mim e nem me importava mais. Por varias vezes seu Alfredo tirava o cacete da bucetinha e ficava esfregando nela, era lindo ver a cabeça do pau dele forçando entre os lábios vaginais e em seguida sendo introduzido dentro da minha esposinha.
Depois de um tempo Julia levantou o corpo e encostou no peito de nosso patrão, ele agarrou os dois seios dela e ambos ficaram se beijando, ela então disse pra ele: “ Enche minha bucetinha de porra pra meu corninho ver, vai...”, dizendo isso ela retornou na posição de quatro como estava, começou a dar uns gemidos mais forte anunciando que iria gozar agarrou meu pau e o colocou na boca, seu Alfredo percebendo isso acelerou o movimento atrás dela, agarrado na cintura de minha esposa ele socava pra valer, de repente escutei o seu urro de gozo e Julia também estava gozando, como eu já não agüentava mais comecei a gozar também enchendo a boca de minha mulher com minha porra, mas antes que eu terminasse de gozar, seu Alfredo tirou o pau da xaninha dela e uma grande quantidade de porra escorreu em direção a minha boca, completamente fora de mim pela intensidade do tesão abri a boca e fui lambendo e sugando tudo que escorria, Julia não agüentou a quantidade de porra que esguichei na boca dela e deixou cair sobre meu pau parte do esperma que ela não conseguiu engolir, foi uma loucura.Após o gozo seu Alfredo ficou sentado em um dos sofás, Julia deitado no outro e eu sentado no carpete encostado no sofá onde se encontrava minha esposa, de repente ouvimos um barulho de carro, “é Laura!! exclamou nosso patrão”, estávamos tão entretidos na meteção que nem vimos o tempo passar e dona Laura já estava de volta do jantar beneficente, seu Alfredo levantou-se rapidamente, colocou sua roupa, deu um beijo em Julia veio até mim colocou a mão em meu ombro e falou: “Rui, foi a melhor foda que já dei em toda minha vida, precisamos repetir um dia com mais tempo...”, respondi a ele que com certeza iríamos repetir, após dizer isso ele saiu e foi encontrar dona Laura.
Depois que ele saiu, fui até minha esposa que ainda continuava deitada no sofá completamente nua, dei um beijo em sua boca e levei a mão até sua xaninha que ainda estava completamente encharcada com a porra de seu Alfredo, ela perguntou pra mim se eu havia gostado, respondi que sim que tinha adorado, ela com uma cara de puta falou: “Então meu corninho, vai limpar minha xaninha que ta toda lambuzada vai...”, imediatamente fui até sua bucetinha e lambi todo o restante de esperma que havia lá. Depois disso transamos novamente fantasiando com nosso patrão e ela me chamando o tempo todo de corninho manso e dizendo que ia continuar me amansando, e onde isso iria chegar fica para a continuação deste conto.
 
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 12


Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 12
Depois que presenciei bem de pertinho minha deliciosa esposa transando com meu patrão em nossa própria casa e ter provado do sêmen que ele deixou na bucetinha dela, eu e Julia ficamos mais pervertidos ela vivia dizendo que queria me amansar cada vez mais, eu não sabia até que ponto eu poderia ser amansado, pois ela já havia feito de tudo com seu Alfredo, mas eu gostava de ouvir quando ela dizia com uma carinha de puta que eu teria que me soltar mais durante a próxima transa que nós iríamos ter com ele, é claro que não sabíamos quando isso ocorreria, porém tinha certeza que mais cedo ou mais tarde iria ocorrer.Durante nossas transas ela insistia em me perguntar se eu havia gostado de pegar no pau de nosso patrão e colocar na xaninha dela, eu respondia que tinha achado interessante, que pelo fato de ter sido a primeira vez fiquei um pouco constrangido, mas que não estava me importando por ter feito, eu via um certo brilho em seus olhos quando tocávamos neste assunto, ela as vezes me perguntava: “Amor você notou como o pau dele é roliço e retinho e cabeça é bem rosada e bonita...”, respondi a ela que realmente o pau dele era bem mais bonito que o meu e que ela tinha sorte pois iria aproveitar bastante daquele cacete, Julia me agarrava e dizia que sabia que eu tinha gostado do pau dele também, e assim passamos aquela semana e todas as vezes que íamos transar o assunto era o pau de seu Alfredo e de como ele fudia gostoso. Os dias foram passando e todas as vezes que estávamos deitados nossas conversas sempre acabava entrando no assunto da foda com nosso patrão, fui um daqueles dias que Julia gemendo no meu cacete perguntou se eu não fiquei com vontade de passar a língua no pau de seu Alfredo, respondi que voluntariamente não, mas que quando estava chupando a xaninha dela, involuntariamente eu cheguei a tocar a língua no pau dele por umas três vezes, ela toda dengosa perguntou o que eu havia achado, se tinha gostado, respondi que estava muito excitado vendo ele fuder ela que nem percebi, mas eu sabia o que ela queria ouvir e para dar esse prazer a ela, eu disse que deveria ser bom lamber o pau dele um pouco, foi só eu dizer isso ela deu um gemido e começou a gozar loucamente. Confesso que nunca imaginei em falar tal coisa e muito menos que minha mulher iria sentir prazer em ouvir, e isso significava que ela também tinha lá suas fantasias ocultas que até então não tinha revelado.Quando chegou o final de semana Julia estava toda eufórica, pois como era de costume seu Alfredo e dona Laura viriam passar o fim de semana na casa da praia, mas para sua decepção e porque não dizer a minha também, dona Laura apareceu sozinha desta vez, disse que seu marido havia viajado e que retornaria somente na outra semana. Passado aquele fim de semana recebemos um telefonema, era nosso patrão perguntando se estava tudo bem, ele disse que sua esposa dona Laura iria fazer uma viagem com umas amigas para Itália e que ficaria lá por uma semana e nos convidou para passar o próximo final de semana em seu apartamento, pois o mesmo iria ficar sozinho, disse para ele que tinha um problema, que as casas na praia ficariam sem proteção visto que eu era caseiro, imediatamente ele respondeu que colocaria um guarda pra tomar conta das casas que eu não deveria me preocupar. Quando contei a minha esposa sobre o convite ela ficou eufórica, sabíamos que iria ser um final de semana de muita meteção e era o que mais queríamos. Um casal que veio do interior, que tinha um vida pacata, que não pensava em nenhum tipo de libertinagem e muito menos em putaria, agora estava completamente transformados com muito sexo e sacanagem na cabeça, realmente nossa vida mudou desde que Julia transou com o nosso patrão pela primeira vez, aquela transa fez despertar em mim um desejo de ser corno e ela de ser uma putinha, agora estávamos tendo uma vida dupla, aos olhos das pessoas éramos um casal exemplar, mas quando estávamos em quatro paredes com seu Alfredo éramos um casal pervertido, dispostos a fazer todos os tipos de sacanagens.Mais uma semana de espera, enquanto não chegava o dia de irmos para o apartamento do nosso patrão, eu e Julia fantasiávamos o que faríamos quando chegássemos lá, ela pedia para que eu me soltasse mais quando estivéssemos transando, que deixasse rolar tudo que nossas mentes libertinas desejassem, com o intuito de me provocar ela dizia que queria ser penetrada de todas as formas por seu Alfredo e que desta vez ela iria me amansar por completo me transformando num corninho mais manso deste mundo. Confesso que essas palavras proferidas por minha esposa me davam até calafrio de tanto tesão, eu imaginava que todos os nosso limites e tabus seriam quebrados naquele final de semana, passei a maior parte da semana de pau duro, pois só vivia pensando no que poderia acontecer e como eu iria me portar diante da safadeza de minha mulher que realmente tinha se transformado em uma verdadeira puta e como eu estava gostando de tê-la como um puta, eu sentia o homem mais realizado do mundo, por ter uma esposa perversa na cama que deixava eu fazer tudo que bem entendesse.Finalmente chegou sexta feira e o motorista de nosso patrão veio nos buscar e ao mesmo tempo trazer um guarda para tomar conta das casas da praia, assim seguimos viagem até Florianópolis. Quando chegamos à portaria do prédio fomos informados que seu Alfredo só voltaria a noite, mas que a chave do apartamento estava a nossa disposição, foi nos entregue também um envelope, quando estávamos no elevador Julia disse: “Amor, abra o envelope para ver o que está escrito...”, disse a ela que abriria quando chegássemos no apartamento, quando lá chegamos fui logo abrindo o envelope que continha um bilhete com as seguintes palavras: - “Rui voltarei lá pelas 20:00h, fiquem a vontade no apartamento como se fosse a casa de vocês, tudo que tiver no apartamento vocês podem consumir, não fiquem acanhados, pois são meus convidados especiais...” e no final do bilhete estava escrito o seguinte: “ Porém eu faço uma exigência, que a Julia esteja depiladinha pra mim esta noite...”.- Ao terminar de ler o bilhete minha esposa sorriu e disse: “Esse nosso patrão é um safado mesmo...” dizendo isso me abraçou e falou com uma vós dengosa: “O meu corninho vai depilar minha bucetinha para o meu macho me fuder esta noite, não vai...?”. Nós já conhecíamos o apartamento, pois nossa entrevista foi feita nele antes de sermos contratados, mas conhecíamos somente a sala que, diga-se de passagem, era enorme, não somente a sala, mas todo o apartamento era grande. Quando estávamos guardando nossas coisas nosso patrão nos telefonou e disse que deveríamos ficar com o quarto dele. Então fomos tomar banho, Julia fez questão de usar a banheira que havia no quarto de nosso patrão, enchemos a banheira hidro massagem e logo fui depilar minha esposinha putinha, enquanto eu a depilava ela me provocava com palavras picantes tais como: “Capricha aí meu corninho, nosso patrão vai lamber bastante essa xaninha, ele também vai fuder ela pra valer do jeito que você gosta...” eu já estava de pau duro ouvindo ela dizer aquelas palavras, ela notando minha excitação dizia: “O corninho ta tesudinho né, tá doidinho pra ver sua mulherzinha sendo arrombada por outro macho, não tá...”. Eu disse a ela; “Nossa amor! to morrendo de tesão, vamos transar nesta cama enorme aqui, vamos...” Ela falou o seguinte: “ Não meu corninho, hoje o único que vai fuder essa bucetinha que você depilou é o nosso patrão, você vai até participar de nossa transa, mas de outro jeito...”. Mas eu to morrendo de tesão amor, eu disse a ela, porém ela retrucou dizendo: “Estou fazendo o que você me pediu ou já esqueceu...?” perguntei: “o que eu te pedi amor...?” ela respondeu: “Você me pediu lá em casa que o transformasse em um corninho manso, lembra-se...?” balancei a cabeça afirmativamente, ela continuou dizendo: “Então, essa é uma parte da transformação, você tem que ficar bem mansinho esperando sua vez, concorda comigo?”. Eu realmente tinha feito esse pedido a ela, mas não achava que ela iria levar a sério, embora eu pudesse acabar com aquele teatro a qualquer momento, não o fiz, pois estava gostando daquele sentimento de corninho humilhado, desta maneira resolvi de uma vez por toda entrar no jogo e na fantasia, e deixá-la comandar o espetáculo e disse a ela:-“Tá bom meu amor, vou fazer tudo do seu jeito e como você quiser, mas promete pra mim que vai me fazer o corninho mais feliz do mundo...”, ela respondeu com cara de safada dizendo: “Pode ter certeza que depois desse final de semana você nunca mais será o mesmo, vai ser um corno perfeito...” e disse mais: “Mas como sou uma boa esposinha vou fazer meu corninho gozar gostoso, porque depois ele vai ficar apenas observando e se masturbando, sem dizer as outras coisas que vai fazer também...” ao terminar de dizer essas palavras, abaixou-se abocanhou meu pau que estava duríssimo e me chupou até eu encher sua boquinha com minha porra, ela conseguiu engolir apenas a metade devido a quantidade, o restante ela ia deixando escorrer pelos cantos da boca. Após gozar, caí exausto na cama e ela foi se preparar para nosso patrão. (Continua...)
 
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Como meu patrão se tornou amante de minha esposa 13



Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 13 Depois de ter depilado Julia e ter gozado na boquinha dela de tanto tesão, causado pelas suas palavras de provocação, nos arrumamos e ficamos a espera de nosso patrão. Minha esposa tinha colocado uma meia preta transparente com uma cinta liga, a calcinha também era preta e transparente para combinar com a meia, porém era minúscula que deixava os lábios vaginas meio abertos, Ela colocou uma saia justa também da cor preta e uma blusa da cor chumbo, passou um batom bem vermelho nos lábios em fim, ela se produziu com nunca havia visto antes, eu olhava para aquela mulher linda, com um corpo maravilhoso que havia prometido fidelidade eterna a mim e pensava: “Ela se produziu toda apenas para transar com seu Alfredo...”
Confesso que uma pontinha de ciúmes apareceu naquele momento, mas ao mesmo tempo estava excitadíssimo pelo fato de saber que ela iria fuder gostoso naquela noite e o melhor era que eu estaria presente quando isso acontecesse. A crise de ciúmes que tive no inicio já não existia mais senti apenas essa leve dorzinha de corno, mas que era normal e também era essa dorzinha que apimentava a situação, pois acho que se eu não sentisse absolutamente nada, tudo aquilo não haveria sentido de ser e estar acontecendo, essa dorzinha de corno era a razão de minha empolgação, de fato e sem medo de errar eu sentia prazer em sentir que estava sendo um corninho e consequentemente sentindo a dor que todos cornos viciados sentem, que é contemplar suas esposinhas fudendo nos braços de outro homem e desfrutar daquela visão onde o suor do macho que a está possuindo com vigor escorre pelo corpo dela e os dois com seus corpos completamente unidos, úmidos e entrelaçados se esfregam, se beijam e gemem de prazer.Já era quase 20h00m quando seu Alfredo chegou e a primeira coisa que ele disse ao entrar no apartamento foi: “Nossa! como você está linda, está parecendo uma princesa...” Julia sorriu agradecendo, olhou para mim e disse: “Foi o Rui que queria que eu me produzisse deste jeito...”. Na verdade ela mentiu, era não queria demonstrar que a sua maneira de se vestir não era fruto de sua empolgação por estar ali e por tudo que iria acontecer naquela noite e como um bom corninho não desmenti apenas confirmei balançando a cabeça. Seu Alfredo todo sorridente e se mostrando bastante excitado disse que iria tomar um banho e depois nós sairíamos para jantar que nos levaria a um restaurante muito bom. Enquanto isso eu e Julia permanecemos na sala assistindo TV, passado uns 20 minutos aparece ele todo perfumado, vestido socialmente como sempre se vestia e nos chamou para irmos jantar. Chegamos ao restaurante onde ele havia mencionado e confesso que nunca em toda minha vida estive em um lugar tão chique daquele jeito, enquanto nosso patrão foi conversar com um atendente que fica na entrada do salão, eu disse baixinho no ouvido da Julia: “Amor! o jantar aqui dever ser caro pra caramba...” e sorri, ela me deu um cutucão e disse: “Relaxa Rui, não vamos pensar nisso agora...” embora eu não parasse de pensar no preço que aquilo tudo iria custar, me comportei como que se nada de anormal estava acontecendo. Durante o jantar seu Alfredo não tirava os olhos de Julia e continuamente a elogiava.Após o jantar nosso patrão disse que ia nos levar a uma casa noturna, onde depois da meia noite acontece show de Streep tease, Julia ficou toda empolgada e disse que nós nunca havíamos assistido a um show desses, pra ser sincero eu também gostei da idéia, sempre tive vontade de estar em um ambiente daqueles, e assim chegamos ao local. O porteiro parecia conhecer muito bem nosso patrão, pois logo que chegamos na entrada ele veio nos atender e os dois ficaram conversando por uns minutos como que realmente se conhecessem, logo o porteiro nos conduziu ao interior da boate e nos levou a uma mesa que estava com reserva, aquilo mostrava que seu Alfredo já tinha os planos traçados para aquela noite e quem sabe para o fim de semana inteiro. O lugar onde estávamos sentados tinha uma visão privilegiada do palco onde o show aconteceria, mas também dava certa privacidade das demais pessoas que ali estavam, era um lugar meio escuro e muito confortável. Ao nos preparar pra sentar seu Alfredo fez questão de colocar Julio no meio de nós dois, e disse: “Senta aqui menina, quero que você fique pertinho de mim esta noite, se o Rui não se importar é claro...” respondi sorrindo que estava tudo bem e completei dizendo que assim ela estaria bem protegida no meio de nós dois, todos rimos com esta minha colocação.Passado meia noite o show de Streep tease começou, as mulheres eram lindas e muito gostosas, certo momento Julia me abraçou beijou meu rosto e falou baixinho no meu ouvido; “Ta gostando amor, você gostaria de transar com alguma dessas mulheres..?” respondi sem pensar: “Qual é o homem que não sonhou pelo menos uma vez na vida em ter uma dessas mulheres na cama...” Ela sorriu e me beijando na boca disse: “Safadinho heim...”. Depois de certo tempo notei que a mão direita de minha esposa não estava sobre a mesa e dei uma espiada bem discreta para ver onde estava, e a minha suspeita foi confirmada, ela alisava o pau de nosso patrão por cima da calça, vendo aquilo resolvi dar um tempo e fui ao banheiro, quando voltei notei que o pau dele estava fora da calça e Julia o masturbava lentamente enquanto assistíamos o show, meu pau endureceu na hora fiquei muito excitado. Não demorou muito e foi a vez de nosso patrão ir ao banheiro, quando ficamos sozinhos na mesa ela veio me abraçou e perguntou: “Você notou né...” respondi que sim, ela continuou e disse: “Nossa! meu corninho o pau dele tá uma delícia, ta duro como pedra, é hoje que eu me acabo naquele pintão...” dizendo isso ela levou sua mão até o meu pau e percebeu que eu estava duro, mesmo por cima da calça ela deu um apertão e com uma carinha de safada que ela sabe fazer disse : “Meu corninho vai assistir de camarote sua esposinha fudendo gostoso naquele cacetão, não vai meu corninho...?” Beijei sua boca e falei: “To tarado pra te ver metendo com ele novamente amor...”, neste instante seu Alfredo retornou a mesa sorrindo disse: “Hummm... o show ta deixando os pombinhos excitados, heim...” Julia se recompôs novamente entre nós e imediatamente levou a mão até o pau dele. O ambiente naquela boate estava de puro sexo, vários casais se beijando, se agarrando e só não estavam fudendo por que não era permitido, mas volta e meia a gente via alguma mulher dar uma baixadinha e fazer uma chupetinha rapidinho para o parceiro, nós já não estávamos agüentando de tão tesão até que nosso patrão nos convidou para irmos embora, imediatamente respondemos que sim.
Ao chegarmos no apartamento, fui ao banheiro para desaguar e quando voltei encontrei Julia apoiada em uma mesa com a saia levantada e seu Alfredo com o pau fora da calça esfregando na bundinha dela, imediatamente meu pau deu sinal de vida, sabendo que estava apenas no inicio, sentei-me no sofá e fiquei admirando os dois, Julia olhava pra mim com cara de safada e arrebitava ainda mais a bundinha, nosso patrão com as mão em sua cintura apenas esfregava o pintão em seu rego, dava gosto de ver aquela cena, as vezes ele enfiava a mão por dentro da calcinha e ficava masturbando ela, eu não estava perto, mas dava pra ouvir a respiração ofegante de tesão dos dois, sem cerimônia ele virou o rosto dela e comeu a beijá-la na boca, é claro que não me importei, pois aquilo era natural e fazia parte do jogo, quem está na chuva é pra se molhar, instintivamente ele foi desabotoando sua blusa e liberando os dois seis e com suas mãos fortes os apalpava. Eu já estava com o pau pra fora batendo minha gostosa punheta, como Julia disse, eu estava de camarote vendo-os nos amassos.
Julia fez um sinal com o dedo me chamando para se aproximar, cheguei em frente dela e comecei a beijá-la enquanto nosso patrão atrás esfregava o pau na bunda dela, ela me disse com uma voz rouca de tesão: “Amor tira minha roupa pra ele me fuder, vai...”, como um corninho obediente comecei a despi-la, tirei toda parte de cima e quando ficou faltando apenas a calcinha, eu me abaixei e fui tirando lentamente, até que percebi o pau de seu Alfredo entre as pernas dela, ela colocou as mão entre as pernas alcançou o pau dele e forçou entre os lábios vaginais enquanto ele fazia o movimento de vai e vem, como eu estava bem pertinho podia sentir o cheiro do sexo dos dois, escutava aquele barulho típico de uma mulher que está bastante excitada com um pau esfregando na bucetinha, não me contive, tirei a mão dela do pau dele e comecei a enfiar a língua em sua xaninha que estava toda melada, inevitavelmente o pau dele as vezes esfregava em meu queixo ou no meu rosto, mas não havia porque ter algum tipo de constrangimento e assim continuei por mais alguns minutos, até que ele nos convidou para irmos para o quarto.
Quando chegamos ao quarto seu Alfredo deitou-se na cama de barriga para cima, Julia veio até mim, colocou as duas mãos no meu rosto, me deu um beijo na boca e disse: “Meu corninho, senta ali naquela poltrona e fica assistindo sua mulherzinha fuder gostoso e só venha quando eu te chamar tá...”. Muito excitado, sabendo que nosso patrão com aquele cacete duríssimo iria fuder minha amada esposa de todas as formas, obedecendo minha esposinha sentei, respirei fundo e calmamente comecei a alisar meu cacete que estava duríssimo, consciente de que era exatamente aquilo que eu queria, procurei relaxar e desfrutar daquele momento ao vê-la fuder com outro homem como se fosse uma puta. Julia subiu na cama e gatinhando em direção seu amante, ela abaixou a cabeça e começou a seção passando a língua na coxa direita dele indo para o alvo principal, que era aquele pintão. Ao aproximar do pau dele Julia olhou para mim e perguntou: “Você está confortável aí meu corninho...?” balancei a cabeça num sinal de afirmativo, vendo minha resposta ela falou: “Então observe como sua esposinha mete gostoso com esse macho...”.
Dizendo isso abocanhou aquele cacetão e começou a mamar como uma bezerrinha, seu Alfredo com os olhos fechados apenas gemia baixinho, dava gosto de ver como ela chupava com gosto, ela bem que tentava colocar todo o pau dele dentro da boca, mas não cabia e todas as vezes que ela fazia isso, ele gemia mais alto, demonstrando claramente que ele adorava quando ela fazia isso. Ficaram assim por uns cinco minutos até ele virar de lado e pedir para ela continuar chupando, eu não agüentei mais e me aproximei da cama para ver bem de pertinho.Seu Alfredo agarrava com as duas mãos na cabeça dela e enfiava o pinto até quase desparecer na garganta dela e ficava segurando, só quando ela não estava agüentando mais ele tirava o pau pra fora e com isso saia um monte de baba junto com o pau, Julia respirava aliviada como que estivesse quase afogando, mas ela estava gostando, pois novamente ela colocava o pinto dele na boca e ele socava até a garganta novamente, as vezes ele não enfiava tudo na boca dela, mas ficava lentamente como que se estivesse fudendo a boquinha de minha linda esposa, os olhos de Julia enchiam de lágrimas e escorriam até o lençol, mas dava claramente para ver que aquelas lágrimas não eram de choro. Nesta altura ele gemia bem mais alto de tanto tesão e quebrando o silêncio ele olhou para mim e disse: “Nossa! Rui, como sua mulherzinha é uma putinha safada e sabe como deixar um homem tarado, eu já não estou agüentando mais...” quando acabou de dizer estas palavras ele quase gozou na boca dela e tirou o pinto rapidamente de sua boca, mas tal era o tesão que uma pequena quantidade de porra ainda saiu e ela vendo aquilo disse: “Hummm.... que delícia...” e imediatamente passou a língua e chupou aquele pouquinho de porra e olhou em minha direção com aquela cara tradicional de safada
Percebendo que seu Alfredo não estava agüentando mais, ela levantou-se e subiu sobre ele para a tradicional cavalgada. Enquanto eles se beijavam ela esfregava sua bucetinha naquele pintão e assim ficaram por um bom tempo, eu já não agüentava mais de vontade de ver aquele cacete todo dentro da xaninha de minha esposinha safada, então num dado momento quando ela arrebitou bem a bundinha e peguei no pau dele e coloquei na entrada de sua buceta, percebendo isso seu Alfredo agarrou na cintura dela e forçou o corpo dela de encontro a seu pau de maneira que aquele pintão entrou de uma só vez, arrancando um grito forte de Julia que agarrou ele e ficou quietinha até passar aquela dorzinha que ela sente toda vez que é penetrada pela primeira vez em uma transa. Depois que ela se sentiu confortável com o pau dele dentro de sua vagina, ela começou o ritual da cavalgada, era maravilhoso ver como ela rebolava gostoso naquele pinto, fazendo-o sumir completamente dentro dela, de repente ela me chamou para bem pertinho dela, e sem parar com o movimento que fazia mantendo o pau de nosso patrão dentro dela, puxou minha cabeça e me beijou na boca, foi um beijo apaixonado de língua, nós só demoramos um pouquinho pra sincronizar nosso beijo com a cavalgada dela que para facilitar ela apenas ficou rebolando com o pau dentro de si. Eu podia sentir o gosto de porra na boca de Julia, o hálito dela era de esperma, mas eu não estava nem aí, pois aquilo aguçava ainda mais o meu tesão, saber que aquele gosto de cacete na boca de minha mulher era de outro homem me deixava muito excitado.Mesmo com o ar condicionado do quarto, os dois começaram a suar devido aos movimentos que faziam. Julia sabia como me provocar, olhando para mim ela perguntou: “Amor você quer me ver dando que nem uma cadelinha agora...?”, respondi que sim, pois naquela altura eu aceitaria qualquer coisa. Ela levantou e se posicionou de quatro na cama arrebitando bem a bundinha e colocando o rostinho na cama virado em minha direção disse: “Observe meu corninho como ele vai judiar de mim nesta posição...”. Seu Alfredo sorrindo olhou para mim e disse: “Ela adora ser tradada como uma cadelinha né...” respondi dizendo: “Ela é muito putinha, fode ela pra valer, judia desta safadinha...”
Ele posicionou atrás dela sentado nos calcanhar com o pau empinado começou a alisar a bundinha dela. Julia esfregava o dedo entre os lábios vaginais e às vezes abria sua bucetinha oferecendo ao macho que iria fude-la, mas ao contrário do que pensei, ele começou a passar a língua no cuzinho dela, abria as nádegas com as duas mãos e enfiava a língua o mais fundo que podia no cuzinho dela, arrancando altos gemidos de minha esposinha. Dava gosto de ver aquela cena, minha esposa de quatro como uma égua no cio, pronta para ser arrombada por um garanhão que estava com o cacete extremamente duro.Naquele momento eu já não sabia mais onde ele iria fuder, devido ao tempo que estava se dedicando ao cuzinho de minha esposa eu logo imaginei que ela iria ser enrabada. Julia gemia, rebolava e dizia: “Me fode logo, não judia tanto, mete logo esse pintão em mim, vai...”, ele dando palmadas na bundinha dela e esfregando a cabeça do pinto, ora na bucetinha, ora no cuzinho, perguntava: “Onde você quer que eu meta o meu pau heim cadelinha...” ela gemendo respondeu: “Onde você quiser, mas enfia logo esse pinto em mim...”, quando ele colocou na entrada da xaninha ela rapidamente virou-se e colocou a mão no peito dele e disse: “Ou melhor, vamos perguntar ao Rui onde ele quer ver esse pinto entrar...”, sem nenhuma dúvida respondi que queria vê-la dando a bundinha, Julia levantou o corpo ficando apenas de joelho e encostada em seu Alfredo que imediatamente agarrou com as dias mãos em seus seios e disse: “Amor, então vai pegar o lubrificante que está em minha bolsa lá no quarto que colocamos nossa roupa, se não ele vai me arrebentar toda com esse pintão...”, e assim eu fiz, no trajeto até o quarto fiquei pensando: “Ela realmente veio preparada pra fuder com ele de todas as maneiras...”, a idéias de estar sendo um corninho obediente e submisso aumentava ainda mais o meu tesão.
Quando retornei ao quarto, nosso patrão estava em pé na cama e Julia de quatro mamando o cacete dele, com uma das mãos ele segurava embaixo do queixo e a outra ele colocava sobre a cabeça e socava o pinto na boca dela como que estivesse metendo, minha esposinha naquela posição apenas tentava chupar aquele pinto que entrava e saía de sua boquinha toda melada com a baba que escorria, pois ele gostava de socar até a garganta. Fiquei parado um instante vendo aquela cena maravilhosa que todo corno, ou aquele que tem desejo de ser corno, almeja ver um dia. E o mais gostoso era ouvir as palavra que ele tomado de tesão e satisfação de estar fazendo aquilo com minha esposa dizia: “Chupa gostoso cadelinha, não é assim que você gosta de ser tratada...?”, ela tirando o pau dele da boca respondia: “Isso mesmo meu macho, assim que gosto de ser tratada, como uma cadelinha, fode minha boca mais um pouco que eu quero sentir esse pintão no meu cuzinho...”, dizendo isso voltava a chupar.
Enquanto ela chupava o pau dele, fui atrás dela e comecei a untar o cuzinho dela com o lubrificante (KY), eu estava morrendo de tesão e ao vê-la daquele jeito com a bundinha empinada na minha direção tive vontade de enfiar o meu pau naquela bucetinha que estava escorrendo de excitação, mas não podia fazer aquilo com o nosso anfitrião, pois o maior propósito meu naquela noite era de ver minha querida Julia sendo arrombado por seu Alfredo de todas as maneiras. Vendo que eu havia terminado de lubrificar o cuzinho dela, ele tirou o pau da boca dela, deu um beijo nela e disse: “Vira pra cá agora menina, vou atender o pedido do Rui e vou fuder gostoso seu cuzinho, arrebita bem essa bundinha pro seu macho, vai...”.
Seu Alfredo pegou aquele pintão e começou esfregar na porta do cuzinho dela, instintivamente eu abri as duas nádegas dela a fim de facilitar a penetração e fiquei olhando bem de pertinho. Ele posicionou a cabeça do pau na entrada e começou a forçar, Julia apenas dizia: “De vagar, fode gostoso, mas coloca de vagar....” ele respondia: “Calma menina, foi ser bem carinhoso com você e o Rui ta aqui me ajudando, não vai doer...”, e a cabeça do pau dele começou a entrar, então ele tirava eu passava um pouco mais de KY e ele colocava novamente. Lentamente a cabeça foi entrando, Julia apenas gemia, eu perguntava a ela se estava doendo, ela respondia que doía apenas um pouquinho, mas que era pra continuar. Seu Alfredo continuou até que a cabeça já estava toda dentro do cuzinho dela, ele começou a bombar lentamente pra que ela acostumasse com o tamanho, Minha esposa começou a gemer mais alto e dizer: “Nossa! amor como o pinto dele ta grande ta arrombando meu cuzinho...”, cheguei bem pertinho do rosto dela e perguntei se estava doendo muito e se ela queria que ele tirasse, ela respondeu dizendo: “Não meu corninho, eu já dei o rabinho pra ele uma vez lembra-se e quero sentir esse cacete dentro do meu cu novamente...”, seu Alfredo me disse: “Calma Rui, ela aguenta sim, eu já fudi esse cuzinho lá na sua casa, daqui a pouco ela vai estar rebolando como uma putinha safada...”, dito e feito, passado alguns minutos e o pau dele já estava todo dentro do rabinho dela. Julia já acostumada com a espessura do cacete apenas gemia e pedia pra ele fuder, me acabando de tanta excitação perguntei a ela se estava bom, ela respondeu entre gemidos dizendo: “Nooossaaaaa amooor, como é boooom sentir esse pintão fudendo meu cuziiiiinho...”, eu já não agüentava mais de tanto tesão, não queria gozar, pois sabia que eles iriam continuar por mais um tempo naquela fudeção.
Acho que seu Alfredo notou a minha grande excitação e resolveu me provocar, ele olhando para mim e fudendo minha Julia que gemia intensamente disse: “ Como o cuzinho de sua esposa é gostoso Rui...”, (ele poderia ter dito o nome dela, mas preferiu dizer “esposa” pra eu me sentir corno de verdade e ele conseguiu, pois aquelas palavras soaram como música em meus ouvidos me deixando mais tarado ainda) e continuou falando do cuzinho dela e me pra chegar bem pertinho para ver como ele fudia ela, me aproximei bem pertinho e via como ele estufava o cuzinho dela quando penetrava e as vezes ele tirava o pau do cuzinho deixando parecer aquele buraco enorme e dizia: “Olha o estrago que estou fazendo no cuzinho dela, logo você vai poder comer traquilamente...” e colocava novamente o pau até os grãos e socava violentamente, Julia gemia e com uma das mãos se masturbava.Nosso patrão então tirou o pau do cu dela e deitou-se de costa, ela sabendo o que ele queria imediatamente subiu sobre ele e foi sentando com o seu cuzinho no pau dele até desapareceu e continuou cavalgando, os dois se beijavam e gemiam ao mesmo tempo.
Fiquei bem atrás a fim de desfrutar daquela visão, o pau dele entrava e saia com uma facilidade enorme, dava pra ver nitidamente como ele estava arrombado o rabinho dela. Eu nem podia colocar a mão em meu pau tanto era meu tesão, aquele líquido de pré-gozo escorria sem parar, até que Julia ficou de cócoras e começou um senta e levanta de tal forma que nosso patrão não agüentou mais, deu um urro anunciando seu gozo e disse: “Vai putinha continua assim que to gozando...” ela aumentou o movimento até ele despejoar toda sua porra no rabinho dela, tão logo ele acabara de gozar, aproveitando que o pau dele ainda estava duro, tirou o pau do cuzinho e atolou na sua bucetinha e com dois ou três movimentos gozou loucamente também, eu fiz o mesmo, principalmente quando vi a porra escorrendo do cuzinho dela, foi uma loucura. Naquela noite os dois transaram mais uma vez ainda e acabamos os três adormecendo na mesma. Quando acordei de manhã, os dois não estavam na cama, percebi que o chuveiro estava ligado então já imaginei que estavam tomando banho, é claro que tinha que estar perto pra desfrutar de todos os momentos, assim fui até eles, mas isso fica para o próximo conto....Caros leitores, tentei resumir este conto o máximo que pude para não ficar muito extenso, mas como já viram estou no 13º capítulo que seria o último (12b/Final), mas devido a grande aceitação pelos leitores (Fato verídico que aconteceu conosco), vou escrever apenas mais uma parte a 14ª pare relatar o que aconteceu no apartamento de nosso patrão. Aguardem...


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FINAL!!!!
Como meu patrão tornou-se amante de minha mulher 14 (final)

Quando cheguei à porta do banheiro, pude notar os dois se beijando loucamente e a água caindo sobre eles, com uma das mãos Julia masturbava lentamente seu Alfredo que estava com o pau duro feito uma barra de ferro, quando notaram minha presença eles me chamaram para se juntar a eles, sem pensar duas vezes fui de encontro aos dois, mas preferi ficar atrás de Julia que continuava a beijar e segurar o pau de nosso patrão, lentamente fui abaixando e comecei a passar a língua no cuzinho de minha esposa, percebendo o que eu estava fazendo, seu Alfredo foi logo abrindo as nádegas dela pra facilitar o meu trabalho. Julia largou do pau dele abriu os lábios vaginais e o colocou entre as pernas e ficou esfregando aquele cacete na bucetinha, ela estava muito excitada, pois tinha um cacete esfregando na xaninha e a minha língua lambendo seu cuzinho. Dava pra sentir a cabeça do pau dele bater em meu queixo, ficamos nesta posição por um bom tempo até que Julia resolveu virar de costas para seu Alfredo oferecendo sua bucetinha para eu chupar.Eu ainda continuava abaixado, assim ela abriu as pernas e imediatamente comecei a passar a língua em seu grelinho que mesmo com a água do chuveiro que caía, dava pra perceber o seu tesão pelo melado que permanecia na sua xaninha. Novamente ela pegou o pau de seu Alfredo e colocou entre os lábios vaginais e ficou com a mão segurando apertado entre os lábios enquanto ele movimentava pra frente e pra trás, neste momento não dava pra eu lamber sua xaninha devido ao movimento que ambos faziam, mas Julia não estava agüentando mais, e em meio a gemidos ela conduziu o pau do patrão para entrada da xaninha, que aos poucos começou a ser introduzido, como eu já disse antes, Julia sente dor todas as vezes que é penetrada pela primeira vez e naquela hora não foi diferente, e pelo fato de ter transando com minha esposa várias vezes, seu Alfredo já sabia como proceder e lentamente foi introduzindo aquele belo cassete na bucetinha da minha mulher que aos gemidos pedia pra ele colocar de vagar.
Como eu ainda estava abaixado em frente aos dois, Julia puxou minha cabeça em direção a sua bucetinha e apertou meu rosto na sua xana, e à medida que o patrão ia introduzindo o pau nela, minha esposa agarrada em meus cabelos com uma das mãos, puxava com mais força meus cabelos conforme ela ia sentindo dor pela penetração, até que finalmente toda aquela vara estava dentro dela e bombando gostoso. Sempre depois da penetração Julia relaxava e aí ela começava a se entregar por completo para o seu macho, que no caso era nosso patrão. Eu já não podia fazer nada neste momento outra vez, assim fiquei ali observando os dois fuderem gostosamente. Minha esposinha estava nas pontas dos pés, com as duas mãos apoiadas na parede ela arrebitava bem a bundinha. Seu Alfredo com as duas mãos agarradas na cintura dela socava violentamente em sua xaninha, minha mulher choramingava e constantemente pedia pra ele fuder sua bucetinha, às vezes ele permanecia apenas com uma mão na cintura dela e a outra mão ele agarrava em seus cabelos e puxava sua cabeça para trás, tratando minha esposinha como um puta, que dizia: “Isto, judia vai, judia desta sua puta que o Rui ta adorando ver...” e continuava dizendo: “Eu sou sua puta mesmo, então pode judiar que eu gosto...” eu estava alucinado com aquela visão, me sentia o corno mais feliz do mundo, pois estava vendo minha esposa sendo maltratada sexualmente por outro homem e não sentia nenhum tipo de ciúmes, apenas tesão, muito tesão mesmo.
Não demorou muito e ambos começaram a gozar, Julia gritava de prazer, enquanto nosso patrão apenas gemia enquanto inundava minha esposa com sua porra, os dois estavam com as pernas bambas devido à posição, como eu estava pertinho podia vê-las tremer, até que seu Alfredo lentamente foi tirando o pau da bucetinha dela e quando saiu por completo, uma grande quantidade de porra caiu no chão e o restante ia saindo e escorrendo pelas pernas de Julia, não é preciso nem dizer, mas quando vi aquela cena gozei abundantemente também. Logo que terminaram seu Alfredo saiu do banheiro e nós permanecemos por mais uns minutos e minha esposinha que estava toda molinha e cansada me abraçou deu um beijo em minha boca e perguntou: “Amor você ta curtindo essas loucuras que estamos fazendo?...”, como um bom corninho respondi que sim, que estava gostando muito, disse também que me dava muito tesão em vê-la transando com ele, que estava ficando viciado em sentir aquela sensação de corno manso, ela sorriu, me deu outro beijo e falou: “É muito fácil satisfazer o seu desejo, pois eu adoro fuder com ele, gosto de sentir o pau dele na minha bucetinha, no meu cuzinho e na boca...”, eu a beijei e disse que a amava muito, que aquela aventura ou loucura seja lá o que os outros pensam, não podia de forma alguma estragar o nosso relacionamento, ela respondeu dizendo que jamais deixaria de me amar e que nunca me deixaria.
Quando saímos do banheiro seu Alfredo estava deitado na cama com o pau meio mole e com os olhos fechados, ainda estava se recuperando da foda que acabara de dar com minha mulher, Julia se vestiu e disse que iria preparar um café para nós. Nosso patrão também resolveu se levantar e fomos para sala, ele disse que a tarde nos levaria para conhecer um casal de amigo que morava no balneário chamado “Jurerê Internacional”, eu já havia ouvido sobre este lugar, segundo que me falaram, tratava-se de um lugar muito bonito, repleto de casarões tipo mansão e que naquele balneário só moravam ricos, eu e Julia sempre falávamos deste lugar e tínhamos planos de um dia conhecê-lo, mas devido nosso situação financeira nunca foi possível, em fim este dia chegara, esta era mais uma das vantagens que estávamos tendo por trabalhar para seu Alfredo, ta certo que não éramos empregados comuns, por isso desfrutávamos de privilégios que outros funcionários jamais teriam e por essa razão nós sentíamos privilegiados e sentíamos uma sensação bastante confortável, embora não passávamos de caseiros de uma residência em um balneário, estávamos tenho uma vida muito boa que muitos desejariam ter, nós estávamos muito felizes e devíamos tudo isso ao nosso tão generoso patrão, é claro que ele estava fudendo minha esposa, mas eu não ligava e muito menos Julia que adorava transar com ele, eu estava gostando de ser um corninho manso e ela de ser a putinha dele, o que tínhamos que fazer era deixá-lo sempre satisfeito conosco e tudo estaria bem.Lá pelas 16h00m fomos para o tal balneário, Julia estava eufórica, como disse ela era doida pra conhecer esse lugar. Quando chegamos em “Jurerê Internacional” ficamos admirados com a beleza e com as belas casas que enfeitavam o local, seu Alfredo perguntou se tínhamos gostado, nem precisa dizer qual foi nossa resposta, Julia estava realmente encantada com o lugar. Finalmente chegamos na casa do casal de amigo, era uma casa enorme muito bonita, dava pra ver os olhos de minha esposa brilharem quando fomos recebidos pelo casal e entramos na casa. Nosso patrão nos apresentou ao casal como sendo amigos e não como seus empregados, a princípio achei muito estranho, Julia olhou pra mim sem entender nada também, fiquei espantado, pois não havíamos combinado nada, o que falaríamos quando eles nos perguntasse alguma coisa sobre serviço, onde morávamos e outras coisas que sempre são comentadas em uma conversa informal, procurei me acalmar e deixar rolar pra ver no que daria. O casal anfitrião chamava-se Walter e Andreia, ele aparentava ter uns 43 anos e ela uns 32. Ela era morena clara, baixinha, porém muito bonita e gostosa, ele tinha maios ou menos minha altura 1.75, corpo bem em forma e cabelos já começando a ficar grisalhos. Logo Andreia perguntou se queríamos beber algo, seu Alfredo pediu um uísque enquanto eu e Julia preferimos cerveja. Walter não tirava os olhos de Julia que já se sentia um pouco encabulada, nosso patrão agia normalmente até que Andreia chamou Julia para irem até a cozinha, pois iria preparar algo para comermos. Ficamos os três homens apenas conversando sobre futebol.Dado momento Walter pediu licença e foi até a cozinha com intuito de pegar um pouco de gelo, neste momento seu Alfredo chegou perto de mim e disse: “Olha Rui, eu conheço esse casal há muito tempo, são gente fina, entretanto eles são diferentes das demais pessoas...” aquela conversa estava me assustando, não sabia onde ele iria chegar com aquele assunto, mas fiquei quieto apenas ouvindo. O patrão continuou dizendo: “O diferencial deles é que são adeptos a prática de swing, menage masculino e feminino...”. Eu sorri e exclamei: “Não brinca...”, nesta altura o susto já havia passado e me senti mais a vontade. Então seu Alfredo perguntou: “O que você acha da gente fazer uma festinha diferente aqui, tipo: “Uma orgia”...?”. Confesso que meu pau endureceu na hora, apesar de nunca ter pensado nesta possibilidade, senti que aquilo seria bom, respondi a ele que por mim tudo bem, mas que tínhamos que ter a aprovação de Julia, ele disse: “Acho que ela não vai se opor, mas você tem que fazê-la se sentir confortável e confiante, assim ela vai se soltar...”, eu disse que eu daria um jeito. O fato de Julia estar transando com nosso patrão, não significava que ela concordaria em participar de uma orgia, por essa razão eu tinha que ter cuidado ao falar com ela sobre o assunto, seria muito bom se ela concordasse, pois assim poderia vê-la transando com Walter e seu Alfredo, esta com certeza seria uma experiência incrível e por um momento comecei a imaginar os três transando, além do fato de eu também poder fuder a Andreia esposinha gostosa de Walter. Depois da conversa que tive com nosso patrão senti que o clima estava diferente, e tudo pra mim girava em torno de sexo, minha esposa ainda não havia percebido, mas a mulher de Walter já estava se comportando de maneira diferente. Nós estávamos todos na sala bebendo, eu queria tocar no assunto com Julia, mas não sabia por onde começar temia que ela ficasse brava comigo, não sabia qual seria sua reação, talvez ela gostasse da idéia, por outro lado poderia ficar injuriada, e eu realmente não queria estragar aquele final de semana, até que eu criei coragem e disse que gostaria de conversar em particular com ela e para isso deveríamos arrumar uma desculpa para sair da sala, Julia sabiamente perguntou a Andreia onde ficava o banheiro e logo após ser indicado o cainho, ela se levantou e saiu, eu imediatamente fui atrás dela dizendo que também precisava desaguar. Quando chegamos ao banheiro ela perguntou do que tratava, então expliquei a ela sobre a proposta de seu Alfredo, ela perguntou o que eu achava, respondi que dependia dela que pra estava tudo bem, ela sorriu, me abraçou, passou a mão em meu rosto e pra minha surpresa disse: “Isso é ótimo, eu estava mesmo curtindo os olhares insinuantes de Walter e agora eu posso transar com ele e o melhor ainda é que eu vou poder amansar meu corninho de vez...”. Dizendo isso me deu um beijo na boca e perguntou: “Mas promete que não vai ficar com ciúmes, pois certamente quero transar com os dois de uma vez..?.” respondi que na realidade eu estava doido para que isso acontecesse, eu falei ainda: “Vai ser muito excitante ver minha putinha transando com dois ao mesmo tempo...”, e assim voltamos para sala.
Quando chegamos à sala deparamos com Andreia abaixada entre seu Alfredo e Walter que estavam com as calças arriadas, chupando um e punhetando o outro. Naquele momento veio em minha mente aquela conversa que tive com nosso patrão, quando caminhávamos na praia, onde ele disse que fazia tempo que não transava, na verdade toda aquela conversa foi apenas uma armação para fuder Julia, mas não importava mais, o importante é que naquele exato momento eu já estava de pau duro vendo aquela cena. Eu e minha esposa sentamos no sofá e ficamos apenas observando Andreia mamar nos dois cacetes, o pau de Walter era bem maior e mais grosso que de nosso patrão, tinha uma cabeça rosada e acompanhava a mesma grossura do pau, Julia estava vidrada com a putaria que acontecia em nossa frente, Andreia chupava os dois e olhava com cara de safada para minha esposa que parecia estar doida para participar. De repente Andreia com os dois cacetes um em cada mão, olhou fixamente para minha esposinha e chamou: “Vem aqui Julia me ajudar com esses cecetes, ta uma delícia...”, minha mulher olhou para mim como que pedindo minha permissão, eu apenas fiz sinal com a cabeça autorizando ela a ajudar nossa anfitriã que chupava gostoso dois cacetes. Julia levantou-se e foi ao encontro deles, quando chegou perto ajoelhou e imediatamente agarrou o pau de Walter e começou a chupar, Andreia largou o pau de nosso patrão e Julia instintivamente o agarrou com a outra mão, desta maneira foi a vez dela chupar os dois, e enquanto ela chupava, Andreia começou a tirar sua roupa, quanto minha esposinha já estava peladinha e agaixada, Andreia passava o dedo em sua xaninha e levava até sua boca e após degustar o néctar vaginal de minha Julia ela disse: “Nossa! que bucecinha deliciosa, é muito saborosa...”, neste momento eu já estava sem minhas calças e masturbava lentamente meu pau que estava duro como ferro. Depois de alguns minutos nossa anfitriã veio ao meu encontro gatinhando e abocanhou meu pau e passou a chupá-lo, era a primeira vez que eu sentia a boca de outra mulher em meu pau depois de casado, Andreia chupava muito bem, o meu tesão era tanto em ver minha esposa ali na minha frente com dois homens que as vezes tinha que pedir para ela parar de chupar para que eu não gozasse.
Walter olhou para seu Alfredo, pegou nos braços de Julia a levantou e disse: “Deixa eu fuder essa putinha primeiro, pois você já está acostumado...”, aí então percebi que tudo não passava de uma armação de nosso patrão, ele já havia contado para o casal que estava transando com Julia, e por incrível que pareça isso não fez nenhuma diferença pra mim, eu estava ali com uma gostosa lambendo e chupando meu pau, o que eu queria mais era curtir aquele momento. Walter colocou minha esposa de quatro no sofá alisando a bunda dela disse: “Que bundinha linda”, olhou para nosso patrão e continuou: “Tem razão de você estar encantado com essa putinha, ela é muito gostosa...”, acabando de dizer isso, vestiu uma camisinha em seu pau e começou a penetrar em Julia, que arrebitou bem a bunda para facilitar a penetração. Quando minha amada começou a gemer e seu Alfredo disse para Walter: “Vai com calma com esse pintão que ela é apertadinha...”, Walter sorrindo disse: “Que beleza! vai ser mais gostoso que eu imaginava...” , quando eu ouvi meu patrão falar aquilo de minha mulher para outro homem, não agüentei de tanto tesão e acabei gozando na boca de Andreia que não desperdiçou nem uma gota engolindo toda minha porra. Desfalecido no sofá eu ficava apenas observando Walter fuder a bucetinha de minha esposa que ao mesmo tempo chupava o pau de nosso patrão. Andreia sentou com as pernas abertas no sofá e me pediu dizendo: “Vem me fazer gozar agora vem...”, não pensei duas vezes caí de boca naquela xaninha depilada e comecei a chupar deliciosamente, enquanto eu chupava dava para ouvir o gemido de minha mulher que era abafado pelo pau de seu Alfredo que estava em sua boca. Andreia era meio doida, ela agarrava em meus cabelos e forçava em direção a sua bucetinha, gemia feito louca.
Walter era bastante violento na maneira que socava o pau na xaninha de minha mulher, o cara parecia mesmo um garanhão fudendo uma égua no cio, tal era a força das bombadas que ele dava, que Julia mal conseguia ficar com o pau de nosso patrão na boca, mas dava pra perceber que ela estava adorando, as vezes ela dizia pra Walter: “Fode gostoso minha buceta dom esse cacetão, nossa! você tá me arrebentando, que delícia de cacete, fode, fode fooooode....”. Seu Alfredo batia o pau na cara de minha esposa e dizia: “Tá gostando né putinha, eu sabia que você não passava de uma vadia, por isso a trouxe aqui para meu amigo fude-la também e pelo visto você esta adorando né...”, Julia respondia: “Claro que sim, o pau dele é muito gostoso...”. Nosso patrão perguntou a Julia se ela queria sentir os dois pintos de uma vez só, ela imediatamente respondeu: “Claro que sim, mas você fode meu cuzinho que Walter é muito pausudo...”. O clima naquela sala era de puro sexo e muita putaria de tal forma que eu já estava de pau duro novamente, Andreia vendo minha excitação, levantou e pegou uma camisinha e disse: “Agora quero que você me foda gostoso...” e enquanto eu colocava a camisinha no pau ela disse: “Mas não goze rápido que quero te dar o cuzinho também...”. Ela pediu para eu sentar no sofá e veio em cima de mim, em um só galope ela introduziu todo meu pau em sua buceta e começou a rebolar, enquanto ela cavalgava em meu pau eu enfiava o dedo no cuzinho dela e dava pra perceber que ela realmente era acostumada a ser enrabada e seria muito fácil fuder aquele cuzinho.
Infelizmente não pude atender ao pedido de Andreia, eu estava muito excitado com o jeito que ela rebolava em meu pau e por mais que eu tentasse segurar o fato de ouvir o gemido de minha mulher sendo arrombada por dois machos fez com que eu explodisse em gozo, percebendo isso Andreia também começou a gozar, foi uma gozada incrível. Quando ela saiu de cima de mim pude perceber que Julia estava sentada com a xaninha no pau de Walter e nosso patrão a fudia no cuzinho, ela estava irreconhecível com aqueles garanhões fudendo de uma só vez. De repente seu Alfredo deu um urro bem forte, percebendo isso Walter também começou a gozar, Julia que faz um tipo de escândalo quando goza, também deu um grito e os três gozaram juntos, foi realmente lindo ver minha esposa no meio de dois machos sendo judiada do jeito que ela gosta, como seu Alfredo não usava camisinha, eu seu que o cuzinho de minha mulher ficou inundado com sua porra, mas Walter usava preservativo assim a xaninha dela ficou limpinha. Assim que os dois a liberaram ela deitou no sofá e ficou toda molinha com a respiração ofegante. Andreia olhou para mim e disse: “Para a primeira vez até que ela se saiu bem com os dois safados né...” dei um sorriso e disse: “Ela mete pra caramba...”.Após gozarmos ficamos todos pelados na sala conversando, foi quando seu Alfredo nos revelou que ele transava com aquele casal há muito tempo, mas que sua esposa dona Laura não participava e nem sabia que ele era adepto a esse tipo de relacionamento, que desde o início quando mudamos para a casa da praia ele tinha intenção de transar com Julia e que demorou menos tempo do que ele imaginava devido a minha fantasia de vê-la transando com outro e pelo conforto que ele estava nos proporcionando e revelou também que estava muito feliz em ter nos contratado, pois gostaria de manter o relacionamento conosco pra sempre, caso fosse nossa vontade, Julia interrompeu nosso patrão e disse: “O que vou falar aqui não falo só de mim, mas também pelo Rui...” e continuou: “Desde que começamos esse relacionamento com você (essa foi a primeira vez que ela o chamou de “você”...), a nossa vida mudou por completo, Rui é mais fogoso na cama, nós transamos todos os dias e sempre estamos inovando em nossas transas, eu gosto muito de transar com você e Rui adora me ver transando contigo, por essa razão é de nossa vontade que este relacionamento continue o quanto for possível...”, dito isso seu Alfredo olhou para mim como, querendo uma confirmação sobre o que ela disse, eu apenas balancei a cabeça e confirmei todas as palavras de minha mulher.Depois das revelações e de tomarmos mais algumas cervejas, era um de seus empregados falando sobre um probleminha em sua empresa, o patrão disse que precisaria sair e voltaria logo, e chamou Walter para acompanhá-lo. Os dois se vestiram e quando ia sair, Walter olhou para mim e disse: “Rui, fique a vontade e se as duas derem mole pra você não perca tempo e fode as duas pra valer...” todos riram naquela hora ele continuou dizendo: “Logo estaremos de volta para continuar a festa, eu quero fuder mais um pouco na sua esposinha, ela é muito gostosa...” dizendo isso saíram sorrindo. Tão logo saíram Andreia chamou Julia para ir até o seu quarto para lhe mostrar algo, enquanto isso eu fiquei na sala assistindo TV e tomando cerveja. As duas estavam demorando a voltar, então imaginei que algo estava acontecendo, resolvi ir até o quarto para me certificar e quando abri a porta, as duas estavam peladinhas, Andreia chupando a xaninha de minha esposa que com os olhos fechados gemia de prazer e com suas mãos alisava a cabeça de Andreia.
Que visão linda, meu pau endureceu na hora, quando elas perceberam minha presença, Julia perguntou: “Você quer participar meu amor...”, sem responder fui me deitar com elas na cama e Julia imediatamente agarrou meu par e começou a chupá-lo, depois de um tempo Andreia levantou-se foi até o guarda roupas, pegou um pacote de “camisinhas” jogou na cama e disse: “Fique a vontade pra me fuder a hora que você quiser...”, não pensei duas vezes, vesti uma rapidinho em meu pau e fiz ela ficar de quatro e enquanto ela chupava minha esposa eu socava meu cacete na sua xaninha, que delícia, era indescritível a sensação que estava sentindo, por uns 10 minutos ficamos naquela posição e eu lutando para não gozar, pois queria aproveitar no máximo aquela oportunidade.
Depois de um tempo resolvemos trocar de posição, eu deitei de barriga pra cima, Andreia sentou no meu pau e Julia sentou em minha boca, enquanto uma cavalgava em meu cacete eu chupava a outra que ao mesmo tempo se beijavam, ficamos naquela posição por bastante tempo. Foi uma loucura, até que não agüentando mais disse para as duas que ia gozar, Andreia saiu do meu pau imediatamente e disse: “Nada disso, você tem que fuder meu cuzinho primeiro..” e foi logo pegando o tudo de KY. Ela já foi se posicionando de quatro e pediu para Julia lubrificar o cuzinho dela, foi realmente incrível ver minha esposa lubrificando o cuzinho de outra mulher para eu fuder. Como já tinha dito antes quando estava fudendo Andreia na sala, já havia notado que o cuzinho dela já era acostumado a levar ferro, por isso a penetração foi rápida e sem dor, ela apenas rebolava e pedia pra eu fuder o seu cuzinho, agarrei na cintura dela e mandei ver, fudi aquele cuzinho por um bom tempo, enquanto minha mulher já havia se posicionado em frente a Andreia para que ela chupasse sua xaninha, até que realmente não estava agüentando mais então falei que queria gozar na boca das duas e elas prontamente me atenderam, tirei o pau do cu de Andreia, fiquei em pé as duas se posicionaram na minha frente com a boca a aberta e minha esposa pegou meu pau e começou a masturbar, até que um jato forte de porra atingiu o rosto de Andreia e os que vieram a seguir foram caindo na boca das duas, nossa!!! Que delícia, as duas começaram a se beijar dividindo minha porra igual nos filmes pornôs, eu jamais pensei que teria uma experiência semelhante aquela, me senti o cara mais sortudo do mundo.
Quando os dois (Walter e Alfredo) voltaram já era quase noite e como tinha dito Walter fudeu Julia mais uma vez e eu e seu Alfredo fizemos uma DP com Andreia. Exaustos voltamos para o apartamento de seu Alfredo que fudeu minha esposa mais uma vez naquela noite com a minha presença como voyer. Foi um final de semana incrível. Hoje continuamos trabalhando para seu Alfredo que nos trata maravilhosamente bem, ele continua fudendo minha mulher e passou a ser o seu amante, pelo menos uma vez por semana ele vai para a casa do balneário sozinho apenas para fuder com Julia, ela sempre fica eufórica quando é o dia da visita dele, as vezes eu fico assistindo os dois fuderem, as vezes até participo, mas a maioria das vezes eu os deixo a sós, fico apenas ouvindo os gemidos e gritinhos de minha esposinha do lado de fora do quarto, pois também gosto disso, geralmente quando ele vai embora eu vou até o quarto pra fuder com minha mulher, gosto de sentir o cheiro de porra que as vezes está na boca e outras vezes está na xaninha, mas ele também as vezes deixa sua porra no cuzinho dela.E assim vivemos nossa vida, já consegui guardar o bom dinheiro e estamos pensando em comprar nossa própria casa que é o sonho de todos, mas não vamos nos mudar, pois adoramos a vida que estamos tendo. Nosso patrão disse que faria uma viagem a negócios para o Nordeste e gostaria de levar Julia com ele, mas eu ainda não concordei, caso concorde volto para escrever para contar.Boa Noite amigos do contoerotico.com, como citei no inicio, este relato não aconteceu comigo e minha esposa, adoraria encontrar um Sr. Alfredo para fazer parte de nossas vidas. Apenas quiz compartilhar com vocês esta série maravilhosa de contos que vi em um blog que não existe mais. E como falei antes, se tiver alguem tipo esse senhor do conto querendo ter uma experiência com um casal, favor entrar em contato conosco.
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ERA PRA SER UM SWING, MAS VIROU MENAGE...
MAS UM CONTO ENVIADO POE UMA LINDA LEITORA QUE ENTROU EM CONTATO...ABRAÇO...E OBRIGAO PELAS MENSAGENS

Estava trabalhando, concentrada quando o celular tocou e ele meu amante me falou: -Estou solteiro hoje a mulher viajou, vamos fazer uma festinha lá em casa????....Meu coração disparou e logo perguntei que tipo de festinha seria.....muito safado....ele disse que convidou uma amiga dele e que queria chamar mais casais. Nunca participei de swing e seria ótimo se fosse com ele, pois todas as vezes que trepamos foi muito gostoso.

Topei e perguntei o horário e tal, como a esposa dele viajou a casa dele estaria livre, e o melhor sem vizinhos para denunciar, RS......deu muito tesão pensar em ver outros casais fazendo sexo e seguro, pois todos seriam amigos de todos, inclusive ele perguntou se terias amigos pra convidar....na hora comecei a pensar quem poderia convidar.....minhas amigas sempre inseguras ninguém animou já me amigo que amo dar ele topou na hora.....eles conversaram e o meu amigo também convidaria outra amiga....

Meu amigo malha próximo do meu escritório e ficou combinado dele sair da academia e me buscar no escritório, como ele sairia suado, falei pra ele tomar uma ducha aqui no escritório pois aqui é muito bem equipado, ele aceitou o convite e como estava sozinha ele foi pro banho.....vê-lo pelado foi muito gostoso.....o pipiu dele pequenininho e tão frágil....chamei ele pra sair da ducha e deixar mamar nele um pouquinho....deu vontade de meter...porém a noite prometia e deixei ele terminar o banho, mas agora de duro e enorme...rs

Saímos e fomos em direção ao endereço que foi nos passado, claro que no trajeto eu mamei muito no pau dele...mas não deixei ele gozar na minha boca....tirei a calcinha pra ele enfiar o dedinho....pois já estava muito úmida, chegando na rua eu liguei e pedi pra ele nos receber .

Chegamos cedo e só estava o casadinho safado nos esperando, a casa dele é um sobradinho e em baixo a empresa dele, como estava cedo entramos na empresa e fizemos as apresentações e nesse tempo eles tiveram algumas ligações, uma das amigas não poderia ir pois estava sem carro, a outra não estava sentindo bem....e eles animadíssimos querendo arrumar mais alguém, a noite foi passando e eu excitadissíma, pensei....vou meter com os dois.

Acho que eles pensaram o mesmo....estavamos sentando na mesa e o casadinho pediu pro meu amigo acessar a net pra ver se não tinha alguma amiga on line no msn, ele rodeou a mesa e foi no computador , quando o casadinho chegou perto de mim ele já tirou o pinto pra fora, já duro e enfiou na minha boca.....hummmm....eu chupei olhando pro meu amigo e ele vendo a cena desistiu na hora e veio para perto, fiquei ali sentando e com dois pinto peto de mim...um na boca, pedois o outro....uma lambida....uma mamada...até que o casadinho me levantou abaixou minha calça e meteu sem ó na minha buceta molhada....fiquei ali chupando o pau do meu amigo com outro regaçando minha buceta.....quando tava quase gozando ele tentou comer meu cuzinho, mas o pau dele é muito grosso e fugi dele com medo de me machucar.....

Parei de mamar meu amigo e virei o rabo pra ele e falei abre ele pra mim.....enquanto mamei o pau do casadinho.....nossa quanto ele me penetrou vi estrelasssssssssss....e logo senti ele gozando .........eu suada e ele de perna bamba, quando o casadinho chamou pra gente subir pra continuar a festinha a 3.....vesti minha calça e subimos.

Ele como ótimo anfitrião, ofereceu cerveja, água e suco e eu fui pro banheiro, quando voltamos ele estava sentado na cadeira do papai, olhei pra ele e falei quero te dar ai....e já subi em cima dele e o pau dele entrou lindo, enorme na minha buceta já limpinha e sedenta. Meu amigo ficou olhando a cena e logo depois entrou na brincadeira, chupei o pau dele bem gostoso enquanto estava sentindo o outro dentro da minha buceta.......

O casadinho falou que queria comer meu cuzinho tbm...e agora que ele estava arrombado não iria doer....delicia virei de frente de costas pra ele e deixei o pau enorme dele rasgar mais ainda meu cú.....meu amigo que estava na nossa frente não perdeu tempo e meteu na minha buceta....fiquei realmente nas nuvens de tanta excitação, meus sentidos estavam a flor da pele......nossos suores se misturando no cheiro que exalava e quando um começou um ritmo rápido, senti que eles gozariam dentro de mim.....e ambos começar a socar com força e me apertar naquele tesão que todos estavam sentindo....gememos e gozamos muito.....

Que delicia, que gostoso sentir dois cacetes enorme dentro de mim, quando sentei no chão comecei a rir de tanto prazer....e fui convidada pra uma ducha a três.....nos refrescamos e conversamos mais um pouco e nos despedimos.....o que era pra ser uma aventura foi outra muito melhor pra mim....ainda não nos reencontramos, mas com certeza irá ter bis....